Turismo de raízes na Itália deve atrair 7,4 milhões em 2026
Projeção citada no material aponta mais de € 5,5 bilhões movimentados pelo segmento, que inclui viagens às cidades dos antepassados.
A Itália projeta receber mais de 7,4 milhões de viajantes de turismo de raízes em 2026, segmento que deve movimentar mais de € 5,5 bilhões no país, segundo dados divulgados pela KNN Idiomas. A modalidade reúne pessoas interessadas em visitar cidades ligadas à história de seus antepassados, reconstruir trajetórias familiares e conhecer costumes locais.
O Brasil concentra cerca de 32 milhões de descendentes de italianos, de acordo com o material da rede de ensino de idiomas. Esse público é apontado como estratégico para roteiros que saem de parte dos destinos turísticos tradicionais e incluem pequenos municípios e vilarejos onde viveram avós e bisavós.
Política de turismo e roteiros personalizados
Segundo o release, o turismo de raízes integra uma política de turismo do governo italiano. O Ministério das Relações Exteriores da Itália ajuda a conectar descendentes às regiões do país e oferece suporte para a montagem de roteiros personalizados.
O material também informa a criação de um cartão com vantagens, descontos e concessões para pessoas que viajam à Itália para descobrir suas origens, sem detalhar os critérios de acesso ou os benefícios oferecidos.
Idioma pode ajudar na pesquisa familiar
Para Reginaldo Kaeneane, CEO e fundador da KNN Idiomas, o italiano pode facilitar a busca por informações durante esse tipo de viagem. “Quem viaja para conhecer as próprias origens geralmente busca pequenos municípios e vilarejos onde viveram seus antepassados, quer conversar com moradores, perguntar por sobrenomes ou entender histórias da família”, afirma.
De acordo com Kaeneane, termos sobre parentesco, profissões, datas, documentos e localidades podem ser úteis para quem pretende transformar uma pesquisa familiar em roteiro de viagem. Ele afirma que muitos descendentes tiveram contato com palavras, receitas e costumes italianos em casa, mas não estudaram formalmente o idioma.



