Cotuê estreia bolsas artesanais de algodão para a rotina

Fundada em junho de 2026, marca brasileira reúne seis linhas feitas individualmente, com opções para o dia a dia e viagens.

Uma bolsa que acompanhe a correria da cidade, comporte o necessário e ainda dialogue com diferentes momentos da agenda é a proposta da Cotuê. Fundada em junho de 2026, a marca brasileira chega ao mercado com seis linhas de bolsas artesanais produzidas individualmente em tecido 100% algodão, voltadas do uso cotidiano às viagens.

O lançamento parte de uma questão prática do vestir: nem toda rotina pede o mesmo tamanho, formato ou jeito de carregar os pertences. Por isso, a coleção reúne as linhas Maxi, Tote, Mini Tote, Transversal, Urbana e Arte, com propostas que vão de versões compactas a modelos maiores para organização e deslocamentos.

Seis modelos para necessidades diferentes

Segundo Denise Becker, fundadora da Cotuê, a variedade de modelos responde a uma mudança na relação com esse acessório: para ela, a bolsa precisa conciliar aparência e funcionalidade diante das demandas concretas do dia a dia.

Becker explica que a Maxi foi desenhada para quem precisa de mais espaço e pode ser carregada na mão ou no ombro. Já a Transversal prioriza a mobilidade ao deixar as mãos livres, enquanto a Mini Tote se volta a uma proposta compacta, para levar itens essenciais.

A Tote, por sua vez, combina capacidade de organização com recursos direcionados às viagens. De acordo com a Cotuê, o modelo tem quatro bolsos internos, um bolso externo e encaixe para mala. A linha Urbana completa a seleção com uma proposta casual e versátil.

Segundo informações divulgadas pela marca, a Bolsa Urbana custa R$ 125 e a Mini Tote, R$ 185. A Transversal, com alça ajustável e fechamento com ímã, está na faixa de R$ 266. Entre os modelos de maior capacidade, a Maxi é apresentada por R$ 289 e a Tote, por R$ 320. A Cotuê informa que valores e disponibilidade podem variar conforme as cores e os modelos disponíveis no e-commerce.

Produção artesanal e informações ambientais

Além do design autoral e das funções de cada modelo, a marca apresenta a produção artesanal e o uso de algodão como pontos centrais de sua estreia. As peças são feitas individualmente, segundo as informações divulgadas pela Cotuê.

Sobre os impactos ambientais ligados à produção dos tecidos, Denise Becker afirma que o fornecedor de algodão utilizado pela marca mantém uma área reflorestada destinada a suprir as necessidades energéticas das fábricas. Segundo a fundadora, o parque fabril dessa empresa também conta com sistema de tratamento de efluentes e resíduos, com o objetivo de minimizar impactos ambientais.

A coleção é vendida diretamente no e-commerce da marca, com entregas para todo o Brasil. Mais informações sobre as linhas estão disponíveis em www.cotue.com.br.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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