Cabelo masculino: 4 estilos dos jogadores para se inspirar
Do degradê de Endrick ao crespo volumoso de Hugo Souza, entenda as diferenças entre os cortes e o que observar antes de levar uma referência à barbearia.
Degradê discreto, contorno bem desenhado ou cabelo crespo com bastante volume: os visuais de Endrick, Matheuzinho, Vitor Reis e Hugo Souza mostram que não existe uma única fórmula para o cabelo masculino. Para quem gosta de acompanhar referências de beleza ou ajudar alguém a escolher um novo corte, a diferença está em entender o que cada estilo tem — e não apenas copiar uma foto.
Na análise do especialista em estética masculina Seu Elias, formato do rosto, textura dos fios, proporções e barba entram nessa escolha. A referência pode ser o ponto de partida, mas o resultado precisa fazer sentido para quem vai usar o corte no cotidiano.
Matheuzinho: corte na régua
O visual de Matheuzinho combina fios curtos, curvatura aparente no topo e linhas bem definidas no contorno frontal, nas têmporas e nas laterais. É o chamado corte na régua, em que o desenho do acabamento ganha destaque.
O bigode cheio e os pelos concentrados no queixo também participam da composição. Segundo Elias, a linha frontal limpa e a transição das laterais devem acompanhar o formato da cabeça: não se trata apenas de deixar tudo marcado, mas de equilibrar o conjunto.
Vitor Reis: topo com movimento
Para quem prefere um desenho menos geométrico, Vitor Reis oferece outra referência. O cabelo tem maior comprimento na parte superior, penteado com movimento, e laterais mais controladas, sem uma passagem tão evidente entre pele e fios.
O resultado é um clássico atualizado, com espaço para diferentes finalizações. Aqui, a característica principal não é o contorno marcado, e sim a combinação entre comprimento no topo e laterais discretas.
Endrick: degradê e textura
Endrick aparece com os fios baixos e um degradê nas laterais. A redução de comprimento acontece de maneira progressiva, preservando a textura no topo e evitando linhas aparentes entre as diferentes alturas.
“Existe muita dúvida sobre os termos degradê e esfumado, mas eles costumam se referir à mesma técnica de transição gradual entre diferentes comprimentos, sem linhas marcadas. No Endrick, esse efeito aparece em um corte baixo, com as laterais reduzidas de forma progressiva e a textura dos fios preservada no topo”, explica Elias.
Hugo Souza: crespo volumoso
Hugo Souza segue uma direção diferente: mantém o cabelo crespo com volume amplo e formato arredondado. A textura natural tem protagonismo, em vez de ficar próxima à cabeça como no corte de Endrick.
Nessa proposta, o trabalho envolve construir proporção e camadas, preservar a densidade e manter o formato equilibrado. A comparação mostra como cabelos com curvatura podem ganhar resultados distintos conforme o comprimento e a distribuição do volume.
Antes de escolher o corte
A orientação de Elias é observar densidade, curvatura, crescimento dos fios e disposição para a manutenção. Mais do que acertar o nome do corte, vale identificar o que atrai na referência: o acabamento, o movimento ou o volume. Esse olhar ajuda a explicar a preferência na barbearia sem tratar a foto como um molde obrigatório.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



