DWS Brasil 2026 debate como mulheres podem construir patrimônio
Programa sobre empreendedorismo feminino amplia o foco para marca, influência, propriedade intelectual e valor de longo prazo
Empreender e conquistar autonomia financeira foi apenas o começo. O próximo desafio para muitas mulheres é entender como transformar o trabalho realizado todos os dias em valor duradouro — incluindo patrimônio, marca, influência e propriedade intelectual. Essa é a discussão central do programa “Empreendedorismo feminino / Construção de valor”, que integra o DWS Brasil 2026.
A proposta amplia o debate tradicional sobre abrir e administrar uma empresa. Em vez de olhar somente para faturamento e crescimento, a programação coloca em foco aquilo que também pode ser construído ao longo da trajetória: reputação, autoridade, comunidade, conhecimento e uma marca reconhecida.
Da renda ao patrimônio
Ter uma fonte de renda é uma conquista importante, mas não significa automaticamente formar patrimônio. Da mesma forma, manter uma empresa em funcionamento não garante, por si só, a criação de uma marca com valor.
Por isso, o programa propõe uma reflexão sobre planejamento, posicionamento e visão de longo prazo. A ideia é que a empreendedora observe não apenas os resultados imediatos do negócio, mas também os ativos que está construindo e que precisam ser estruturados e protegidos.
“Durante muito tempo, o grande movimento foi incentivar mulheres a empreender, conquistar autonomia financeira e ocupar espaços no mundo dos negócios. Agora, precisamos avançar essa conversa. É sobre entender como transformar trabalho, conhecimento, reputação e influência em valor, patrimônio e legado. Construir um negócio também significa construir ativos que possam crescer e permanecer ao longo do tempo”, afirma Janaína de Araújo, idealizadora do DWS.
Marca e influência também entram na estratégia
A transformação digital tornou essa conversa ainda mais relevante. Empreendedoras passaram a criar comunidades, desenvolver metodologias, produzir conteúdo e transformar sua autoridade em plataformas de negócio.
Nesse cenário, marca e propriedade intelectual deixam de ser assuntos restritos às grandes corporações. Eles passam a fazer parte das decisões estratégicas de negócios de diferentes portes, especialmente para mulheres que associam sua imagem, experiência e conhecimento às soluções que oferecem.
Quem participa da discussão
Entre os nomes que integram essa frente estão Simone Sancho, Sophia Martins, Maitê Faitarone, Karina Sato e Talita Cruz. O grupo reúne diferentes experiências e perspectivas sobre empreendedorismo, negócios e construção de legado.
O tema será levado ao Marrocos dentro da programação do DWS Brasil 2026, que reúne lideranças femininas em uma experiência de troca, conteúdo e conexão. A discussão parte de uma pergunta prática para a nova fase do empreendedorismo feminino: depois de criar um negócio, como fazer com que ele se torne um ativo capaz de crescer e permanecer ao longo do tempo?
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



