Como ajustar o banco do carro para dirigir com menos fadiga
Postura, distância dos pedais e posição do volante influenciam o conforto e a atenção ao dirigir, especialmente em trajetos longos.
Antes de ligar o carro, existe uma etapa fundamental para a direção segura: ajustar o espaço do motorista. A posição do banco, a distância dos pedais, o apoio da coluna e o alcance do volante influenciam diretamente o conforto, o cansaço e a capacidade de reação durante o trajeto.
Com a proximidade da Semana Nacional de Trânsito, realizada de 18 a 25 de setembro, o tema ganha destaque. Em 2026, a campanha traz a mensagem “Desacelere. Seu bem maior é a vida”, reforçando a importância da prevenção e do comportamento responsável no trânsito.
Por que a ergonomia importa ao dirigir
Ariane Monaro, diretora da Autonomoz, destaca que a segurança não começa apenas quando o veículo entra em movimento. Banco, volante, pedais e comandos devem estar ajustados para que os movimentos sejam naturais, sem esforço excessivo ou posições desconfortáveis.
Quando o motorista precisa compensar uma regulagem inadequada com o próprio corpo, o desconforto pode aumentar ao longo do percurso. Em viagens longas ou jornadas profissionais, manter uma postura inadequada por horas pode causar dores nas costas, tensão muscular e fadiga.
Esses cuidados complementam outras medidas essenciais, como respeitar as leis de trânsito, evitar o uso do celular ao volante, manter a manutenção do veículo em dia e fazer pausas ao perceber sinais de cansaço.
O que revisar antes de sair
- Banco: ajuste a distância para alcançar os pedais sem esticar demais as pernas;
- Coluna: mantenha as costas apoiadas e procure uma posição estável e confortável;
- Volante: posicione-o para controlar o carro sem tensionar os braços;
- Comandos: verifique se os controles mais usados podem ser alcançados sem movimentos bruscos;
- Jornada: planeje pausas e não ignore sonolência, dor ou perda de concentração.
Um alerta que vale para todos os motoristas
Dados preliminares da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná indicam 2.660 mortes no trânsito em 2025. No mesmo período, foram registradas 12.697 internações por lesões relacionadas ao trânsito, com mais de R$ 23,5 milhões em custos para o Sistema Único de Saúde (SUS).
Esses números evidenciam que a prevenção deve estar presente antes, durante e depois da condução. “Esse cuidado precisa acontecer durante o ano inteiro”, afirma Ariane Monaro.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



