Agosto Lilás reforça apoio a mulheres em situação de violência doméstica
Tempo oferece serviços integrados de acolhimento psicológico, orientação jurídica e assistência à saúde
Reconhecer os sinais de violência e saber onde buscar ajuda é fundamental para interromper ciclos de abuso. No contexto do Agosto Lilás e dos 20 anos da Lei Maria da Penha, a Tempo destaca uma iniciativa que reúne apoio psicológico, orientação jurídica, assistência à saúde e recursos de proteção para mulheres em situação de vulnerabilidade.
O tema é urgente diante do aumento dos casos de violência contra a mulher no Brasil. Em 2025, o país registrou 1.568 feminicídios, o maior número desde a criação da tipificação do crime, conforme dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Esse total representa um crescimento de 4,7% em relação ao ano anterior.
Violência doméstica: múltiplas formas além da agressão física
O programa Apoio Contra Violência Doméstica, oferecido pela Tempo, é uma plataforma digital, sigilosa e disponível 24 horas por dia. Entre os serviços estão acolhimento psicológico especializado, orientações para agir em situações de risco, indicação de advogadas com experiência no tema e acionamento de até três contatos de emergência cadastrados pela usuária.
Além da agressão física, a violência pode se manifestar de forma psicológica, moral, sexual ou patrimonial, aspectos que nem sempre são facilmente identificados por quem vive a situação.
“A violência doméstica não se manifesta apenas pela agressão física. Ela também pode ser psicológica, moral, sexual ou patrimonial. Por isso, a proteção começa quando ajudamos uma mulher a nomear o que está vivendo e garantimos que ela saiba onde buscar apoio”, afirma Joyce Nogueira Suman, diretora Comercial e de Marketing da Tempo.
Rede de cuidado para diferentes fases da vida
Além do suporte em casos de violência, o ecossistema de cuidado feminino da Tempo inclui consultas com ginecologistas, psicólogas e nutricionistas; pronto atendimento médico digital 24 horas; conteúdos sobre saúde, autocuidado, maternidade, puberdade e menopausa; assistência para gestantes e mulheres no puerpério; orientação sobre direitos trabalhistas relacionados à maternidade; assistência parental; apoio psicossocial; e orientação profissional e financeira para fortalecer a autonomia feminina.
“A assistência precisa estar presente não apenas depois que um problema acontece. Ela pode orientar, prevenir, acolher e ajudar uma mulher a encontrar caminhos seguros para interromper um ciclo de violência”, destaca Joyce.
Onde buscar ajuda
Em situações de risco imediato, a recomendação é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190. Para informações, orientações e denúncias, a Central de Atendimento à Mulher, por meio do Ligue 180, funciona 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana e feriados.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



