Liderança humanizada: controle perde espaço para inteligência emocional

Inteligência emocional, escuta e relações de confiança ganham força no trabalho e serão debatidas no Congresso Internacional de Felicidade

Durante décadas, a figura do chefe esteve associada ao controle rígido: quem determinava, cobrava e concentrava decisões. No entanto, esse modelo vem sendo substituído por uma liderança humanizada, que valoriza competências como inteligência emocional, escuta ativa, comunicação clara e a construção de relações de confiança.

Essa transformação reflete mudanças nas relações profissionais, onde ambientes que priorizam autonomia, colaboração e bem-estar colocam o líder como facilitador do desenvolvimento das pessoas e da criação de um ambiente saudável, além de gestor de resultados.

O que muda na prática

A liderança humanizada não elimina a autoridade do líder, que continua responsável por estabelecer metas, tomar decisões e enfrentar conflitos. A diferença está na forma de exercer esse papel, integrando empatia e escuta sem abrir mão do desempenho.

Assim, resultados e relações deixam de ser objetivos opostos. Compreender pessoas, administrar emoções, comunicar expectativas e construir confiança tornam-se competências essenciais para a gestão eficaz.

Essa mudança acompanha novas expectativas dos profissionais, que hoje buscam no trabalho não apenas remuneração e carreira, mas também propósito, pertencimento, autonomia, saúde emocional e qualidade das relações.

Congresso Internacional de Felicidade

O tema será destaque no IX Congresso Internacional de Felicidade, que ocorrerá nos dias 14 e 15 de novembro de 2026, no Centro de Eventos Positivo, em Curitiba. O evento reúne especialistas nacionais e internacionais para discutir felicidade, comportamento, saúde emocional, propósito e relações humanas sob os pilares da ciência, filosofia, arte e espiritualidade.

Destaque para Daniel Goleman, psicólogo norte-americano e autor do best-seller Inteligência Emocional, que ministrará a palestra “Como desenvolver inteligência emocional”, relacionando o tema a relacionamentos, liderança e desempenho sustentável.

Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza e do Grupo Mulheres do Brasil, abordará a conexão entre bem-estar e estratégia organizacional na palestra “Felicidade no trabalho não é benefício, é estratégia”.

Elisama Santos, escritora e psicanalista, referência em comunicação não violenta e autora de Conversas Corajosas, falará sobre a importância das conversas difíceis e do diálogo para o desenvolvimento emocional e relações humanas.

Bem-estar e sustentabilidade humana

Wagner Cunha Carvalho, CEO da W-Energy, apresentará a palestra “Sustentabilidade Humana”, ampliando o conceito de sustentabilidade para incluir as pessoas e as relações nos ambientes profissionais.

O congresso propõe uma reflexão sobre como a inteligência emocional, a comunicação e o bem-estar podem transformar a forma de liderar e trabalhar, promovendo ambientes mais conscientes e produtivos.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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