Viagens de incentivo ganham força para engajar equipes

Experiências como corridas, roteiros culturais e viagens gastronômicas entram nas estratégias de reconhecimento, motivação e retenção de talentos.

Uma viagem para assistir à Fórmula 1, um roteiro cultural pelo Museu do Louvre ou uma imersão gastronômica podem ter um papel que vai além do lazer. Segundo material divulgado pela PrimeXP, as viagens de incentivo estão ganhando espaço nas estratégias de Recursos Humanos como forma de reconhecer profissionais, estimular equipes e contribuir para a retenção de talentos.

O movimento acompanha uma mudança na maneira como muitas pessoas enxergam as recompensas no trabalho: experiências marcantes podem criar uma conexão emocional mais forte do que bônus ou presentes materiais. Para as leitoras que conciliam carreira, metas e relações profissionais, a discussão também ajuda a entender por que algumas empresas passaram a investir em jornadas personalizadas para seus times.

Experiências aparecem à frente de recompensas materiais

O material cita dados do Incentive Travel Index (ITI), segundo os quais 80% dos colaboradores consideram viagens e experiências a forma mais relevante de reconhecimento. Em comparação, 20% ainda preferem dinheiro ou bens físicos.

O levantamento também apresenta outros indicadores: 96% dos entrevistados afirmam se sentir mais motivados quando esse tipo de incentivo é adotado, enquanto as experiências aumentariam em até 35% a retenção de lembrança da marca.

De acordo com os dados citados, empresas que investem em programas estruturados de viagens de incentivo têm até três vezes mais chances de superar metas de vendas. O material relaciona esse tipo de ação ainda a ganhos em retenção, engajamento e colaboração entre equipes.

Não é só escolher um destino

Para Cleiton Feijó, sócio e vice-presidente da PrimeXP, o valor da experiência está na conexão que ela cria. “As empresas estão percebendo que experiências geram conexão emocional, algo que dificilmente é alcançado com incentivos tradicionais, como bônus e premiações. Isso impacta diretamente o engajamento e a forma como o colaborador se relaciona com a corporação”, afirma.

Na prática, uma viagem de incentivo pode envolver diferentes formatos: acesso a eventos esportivos, programação cultural, gastronomia ou atividades desenhadas para aproximar os participantes. A proposta é fazer com que o roteiro tenha relação com os objetivos da empresa, em vez de funcionar como um passeio padronizado.

O papel do suporte especializado

É nesse ponto que entram as DMCs, sigla em inglês para empresas especializadas na gestão de destinos. Elas podem cuidar do planejamento, da logística e da execução da viagem, conectando orçamento, perfil do grupo e metas corporativas.

O ITI aponta que 51% dos compradores reconhecem a importância desse suporte. Entre os fatores valorizados estão o conhecimento do destino, a expertise operacional e o gerenciamento das etapas da jornada.

“Hoje, não se trata apenas de levar um grupo para um destino, mas de estruturar uma jornada completa, com curadoria, operação integrada e acesso a experiências alinhadas aos objetivos da empresa”, pontua Feijó.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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