Intercâmbio de julho cresce entre adolescentes brasileiros
Férias escolares impulsionam a busca por cursos curtos de inglês em destinos como EUA, Reino Unido e Malta
As férias de julho deixaram de ser apenas um período de descanso para muitos adolescentes brasileiros. Cada vez mais jovens têm aproveitado o recesso escolar para realizar programas de intercâmbio de curta duração, combinando o aprendizado do inglês com experiências culturais e o desenvolvimento de habilidades pessoais.
Entre os destinos mais procurados estão Estados Unidos, Reino Unido e Malta, com cidades como Oxford, Cambridge, Brighton, Bournemouth, Los Angeles e Nova York figurando no radar dos estudantes. Essas localidades oferecem desde ambientes universitários históricos até grandes centros urbanos e destinos litorâneos, proporcionando uma imersão no idioma em contextos variados.
O que motiva os adolescentes
De acordo com especialistas da EF Intercâmbios, os programas de férias atraem principalmente adolescentes que buscam realizar o primeiro intercâmbio sem interromper os estudos no Brasil. Além do aprendizado do idioma, esses programas promovem a convivência com estudantes de diferentes países, contribuindo para o desenvolvimento de autonomia, independência, comunicação, adaptação e resolução de problemas — competências valorizadas na vida acadêmica e profissional.
Destinos que unem aprendizado e cultura
Malta destaca-se pela combinação de praias e clima mediterrâneo. No Reino Unido, Oxford e Cambridge atraem estudantes interessados em tradição acadêmica, enquanto Brighton e Bournemouth oferecem uma experiência que une o aprendizado do inglês ao estilo de vida das cidades litorâneas britânicas. Nos Estados Unidos, Los Angeles e Nova York proporcionam imersão em grandes centros urbanos, e roteiros que incluem Orlando ou visitas a universidades como Harvard, MIT e Yale ampliam a experiência cultural e acadêmica.
Mercado brasileiro em expansão
Segundo a Pesquisa Selo Belta 2026, o mercado brasileiro de intercâmbio movimentou quase R$ 7 bilhões no último ano e deve crescer 16,6% em 2026. O levantamento indica que 85,1% dos interessados nunca fizeram intercâmbio, evidenciando que a maior parte da demanda vem de estudantes em busca da primeira experiência internacional. O inglês permanece como o idioma mais procurado, com 67,8% das intenções, e quase metade dos participantes opta por programas com duração de até três meses (49,3%).
Entre os relatos compartilhados, está o do adolescente Pietro Bressan, de 15 anos, que embarca para Oxford nas férias de julho. Para sua mãe, Milena Bressan, o intercâmbio representa um investimento no desenvolvimento pessoal do filho, além do aprendizado do idioma.
Assim, o intercâmbio de julho surge como uma oportunidade que combina aprendizado, amadurecimento e uma primeira experiência de independência, cada vez mais valorizada por famílias brasileiras na formação dos adolescentes.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



