Ainda dá tempo de mudar hábitos até dezembro
Nutricionista explica como metas realistas, sem dietas radicais, podem melhorar saúde, peso e exames nos próximos seis meses.
Quando o assunto é saúde, emagrecimento e alimentação equilibrada, muita gente acha que “já perdeu o ano”. Mas a mensagem da nutricionista Nathália Delvaux, professora de Nutrição do IBMR, é clara: ainda dá tempo de fazer mudanças importantes até dezembro, desde que a estratégia seja possível de manter na rotina.
Segundo Nathália, seis meses são suficientes para gerar avanços relevantes sem apelar para medidas extremas. A chave está na constância e em metas que façam sentido dentro da realidade de cada pessoa.
O que vale priorizar agora
Em vez de começar com promessas difíceis de cumprir, a orientação é apostar em ajustes simples e consistentes, como:
- aumentar o consumo de frutas, legumes e verduras;
- incluir proteínas de qualidade nas principais refeições;
- reduzir bebidas açucaradas e alimentos ultraprocessados;
- beber mais água;
- manter horários regulares para se alimentar.
Essas mudanças podem refletir não só no peso corporal, mas também em indicadores como pressão arterial, glicemia e colesterol.
Nem tudo ou nada
Um dos obstáculos mais comuns é o pensamento do “tudo ou nada”. Muitas pessoas seguem uma alimentação equilibrada por alguns dias e, ao sair da rotina em uma refeição, sentem que todo o esforço foi perdido, o que pode levar à desistência precoce.
A mensagem central é que nenhuma refeição define o resultado. O que importa é o conjunto das escolhas feitas ao longo do tempo.
Evite a armadilha das soluções rápidas
Estratégias muito restritivas, como jejuns prolongados para compensar excessos, corte de grupos alimentares sem orientação profissional e foco exclusivo na contagem de calorias, tendem a reduzir a adesão e dificultar a manutenção dos resultados.
Em vez de buscar perfeição, a recomendação é planejar: organizar as compras da semana, preparar refeições com antecedência, manter espaço para ocasiões especiais, praticar atividade física regularmente e cuidar da qualidade do sono. Essas medidas ajudam a transformar o cuidado com a saúde em hábito, não em fase passageira.
Para Nathália Delvaux, o melhor momento para começar é agora. Mesmo avanços pequenos, feitos com regularidade, já podem trazer benefícios importantes nos próximos meses e no futuro.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



