69% querem a camisa da seleção, mas orçamento limita

Pesquisa da meutudo mostra interesse alto pela camisa da Copa de 2026, mas a maioria pretende gastar até R$ 500 no torneio inteiro.

Com a Copa do Mundo de 2026 se aproximando, a camisa da seleção brasileira aparece como o principal desejo de consumo ligado ao torneio — mas dentro de um orçamento apertado. Segundo pesquisa da meutudo, 69% dos participantes pretendem comprar ou considerariam comprar a camisa oficial se o preço couber no bolso.

O dado chama atenção porque, ao mesmo tempo, 58% afirmam que planejam gastar até R$ 500 com todas as despesas relacionadas à Copa, incluindo alimentação, vestuário, álbum de figurinhas e experiências. Na prática, isso mostra que o interesse existe, mas a decisão de compra está diretamente ligada ao custo.

Camisa é desejo, mas o preço pesa

O levantamento, realizado em maio de 2026 com 3.510 participantes, mostra que 41% já decidiram comprar a camisa e outros 28% disseram que comprariam se o valor fosse compatível com o que têm disponível. Entre os respondentes, apenas 13% estão dispostos a gastar mais de R$ 400 em roupas e acessórios da Copa.

A faixa de gasto mais citada para esse tipo de item foi de até R$ 150, apontada por 31% dos participantes. Como a camisa oficial da seleção costuma ultrapassar R$ 300, a pesquisa ajuda a explicar por que tanta gente manifesta interesse, mas sem compromisso imediato com a compra.

Maioria busca fugir de preços altos

O comportamento de consumo durante a Copa também revela cautela. Quando perguntados sobre como reagem diante de um produto caro, 44% disseram que desistem da compra e 35% buscam alternativas mais baratas. Somados, 79% adotam algum tipo de estratégia para não gastar além do que consideram adequado.

Esse cenário indica que promoções, descontos e condições de pagamento tendem a influenciar fortemente as decisões até a chegada do torneio. Apenas 8% afirmam que o preço não é um fator limitante.

Ainda falta decidir como pagar

Mesmo entre quem pretende consumir durante a Copa, a forma de pagamento ainda é uma incógnita para muita gente. Quase metade dos participantes, 48%, disse que ainda não sabe como vai quitar os gastos do período.

Entre os que já definiram a estratégia, Pix e débito lideram, com 32%, o que reforça a preferência por pagamento à vista. Já 12% pretendem parcelar no cartão de crédito.

O retrato final é de uma torcida que quer participar, vestir a camisa e entrar no clima da Copa, mas sem abrir mão do controle financeiro. A paixão pelo símbolo da seleção existe — só que, para a maior parte do público, ela precisa caber no orçamento.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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