The Hope Economy estreia na Mostra Ecofalante

Documentário brasileiro acompanha soluções socioambientais em 20 territórios do país e terá sessões gratuitas em São Paulo nos dias 9 e 10 de junho.

Um documentário brasileiro que olha para soluções reais, e não só para os problemas, estreia na 15ª Mostra Ecofalante de Cinema. The Hope Economy – A economia da Esperança será exibido gratuitamente nos dias 9 e 10 de junho, às 19h, no Reserva Cultural, em São Paulo.

Idealizado por Gui Brammer e dirigido por Andre Barmak, o filme parte da Coreia do Sul e segue por mais de 20 territórios brasileiros para mostrar cientistas, lideranças indígenas, empreendedores e especialistas que estão criando respostas para desafios sociais e ambientais do século XXI.

Brasil, inovação e impacto no centro da narrativa

O documentário acompanha uma busca por iniciativas que unem regeneração, colaboração e propósito. Entre os cenários retratados estão laboratórios de biotecnologia, comunidades ribeirinhas, territórios indígenas, cooperativas e negócios de impacto.

A proposta é mostrar um Brasil pouco conhecido, mas cheio de experiências que tentam transformar conhecimento e tecnologia em soluções concretas. Ao longo da jornada, o filme reúne também representantes de grandes empresas, investidores e lideranças comunitárias, ampliando o debate sobre como fazer essas ideias ganharem escala.

Uma pergunta que move o filme

No centro da obra está uma provocação: como construir prosperidade em um planeta sob pressão social e climática? The Hope Economy não aposta em respostas prontas. Em vez disso, investiga por que tantas soluções positivas ainda encontram dificuldade para avançar e crescer.

O projeto também se apoia no conceito de “Triângulo Quebrado”, usado para explicar os obstáculos que separam quem cria soluções, quem pode financiá-las e quem tem força para levá-las a mais pessoas.

Segundo Gui Brammer, a esperança, no filme, não aparece como espera passiva, mas como ação. “A esperança, para nós, não é um sentimento passivo. É a decisão de agir, conectar e construir”, afirma.

Além do longa, uma série amplia o assunto

A investigação continua fora das telas com uma série de cinco episódios temáticos, de cerca de 20 minutos cada. Os temas incluem regeneração e conservação, transição energética e mobilidade, saúde e saneamento básico, finanças verdes e biociência e inovação.

Com 92 minutos de duração, o longa é uma produção brasileira de 2026 e integra a programação da mostra com sessões abertas ao público.

Para quem gosta de cinema com olhar social, ciência, sustentabilidade e histórias de transformação, a estreia promete ser um convite para enxergar o futuro por outro ângulo.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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