Economia do bem-estar cresce, mas brasileiros enfrentam sono insuficiente

Crescimento global do setor contrasta com distúrbios do sono em mais de 70 milhões no Brasil

A economia do bem-estar tem apresentado um crescimento acelerado em todo o mundo, com estimativas do Global Wellness Institute apontando que o setor deve movimentar cerca de R$ 36 trilhões até 2028. Esse avanço é impulsionado por investimentos em saúde mental, qualidade de vida e prevenção, consolidando o descanso como um dos pilares centrais desse mercado.

No entanto, apesar desse cenário global positivo, o Brasil enfrenta uma realidade preocupante: mais de 70 milhões de brasileiros dormem menos do que o recomendado. Dados da Fiocruz indicam que 72% da população convive com algum distúrbio do sono, situação que tem ganhado destaque diante do aumento de casos de estresse, ansiedade e fadiga crônica.

Vanessa Ferraz, CEO da BF Colchões, ressalta a contradição entre o discurso global de bem-estar e a realidade brasileira. “Falamos cada vez mais sobre produtividade e saúde, mas seguimos negligenciando o descanso, que é a base de tudo. O sono é um indicador direto de qualidade de vida, desempenho cognitivo e equilíbrio emocional”, afirma.

Além da rotina intensa e do excesso de estímulos digitais, a baixa eficiência do sono é um fator pouco discutido. Dormir muitas horas não garante recuperação se o corpo não encontra suporte adequado para relaxar completamente. Postura incorreta, pontos de pressão, desconforto térmico e microdespertares impedem que o organismo atinja os estágios mais profundos do sono, responsáveis pela restauração física e mental.

Para melhorar a qualidade do descanso, é importante reduzir o uso de telas antes de dormir, manter horários regulares para sono, buscar ambientes frescos e silenciosos e criar rituais de desaceleração ao fim do dia. Esses hábitos, combinados a um ambiente adequado, fazem o sono cumprir seu papel restaurador.

Nesse contexto, a tecnologia aplicada ao descanso ganha papel estratégico. Soluções que consideram ergonomia, adaptação ao corpo, distribuição inteligente do peso e regulação térmica transformam o sono em um período efetivo de recuperação. Em um país com altas temperaturas, estresse elevado e jornadas irregulares, pensar no colchão como elemento ativo da saúde muda a lógica do descanso e amplia o impacto no dia a dia.

“Se o bem-estar se tornou um motor econômico global, o sono precisa ocupar um lugar central nessa discussão no Brasil. Não é possível falar em qualidade de vida sem falar em dormir melhor, e isso exige soluções pensadas para a realidade do corpo, do clima e da rotina das pessoas”, conclui Vanessa Ferraz.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da BF Colchões.

Conceito visual principal: colchão, descanso, conforto, tecnologia, sono.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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