Mulheres na tecnologia: profissional de programação supera desafios e hoje incentiva alunas a apostarem na área

Nos anos 70, o mercado de computação era uma área ocupada por mulheres, mas essa realidade mudou ao longo do tempo. Inclusive, sendo estas profissionais as desenvolvedoras de muitas tecnologias e até mesmo de linguagens de programação, como a matemática e escritora inglesa, Ada Lovelace, que foi a responsável pela criação do primeiro código da história.

“As mulheres em geral lidam com muitos desafios. Na área de tecnologia não é diferente. É necessário normalizar que mulheres e meninas podem ser grandes profissionais na área tech e desenvolver seus próprios jogos e aplicativos. Por isso, é essencial dar a elas a chance de experimentar a programação e jogos em uma idade jovem por meio de estruturas educacionais existentes”, afirma Amanda Irizaga, bacharel em Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s).

Desde pequena, Amanda sempre foi fascinada por computadores e tecnologia, principalmente aos 10 anos quando descobriu o mundo dos games. Naquela época, passava horas na lan house, criando personagens e conhecendo as narrativas dos jogos. Aos 14 anos, ganhou seu primeiro computador e descobriu que era isso que queria estudar. Dois anos depois, iniciou um curso na área de computação. Amanda conta que nas aulas, chegou a pensar que não deveria estar ali programando em um curso majoritariamente masculino. “Mesmo com pouca idade, o ambiente me exigiu maturidade para entender que o estigma de que ‘programação é só para meninos’ não era uma realidade. E como sou brasileira e não desisto nunca, segui focada no meu objetivo que era me formar no curso”, conta Amanda.

Depois de se formar em Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s), Amanda iniciou sua carreira como professora de programação. Hoje ela faz parte do time de Educação da BYJU’S FutureSchool, maior edtech do mundo em educação interativa online. “Ensinar programação é realmente interessante e as crianças estão sempre curiosas  em aprender mais”, disse ela, acrescentando que a maioria dos alunos aprimoram o raciocínio lógico e desenvolvem habilidades complementares que os capacitam a lidar com os desafios do presente e do futuro.

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