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Tratamento por ondas de choque: tecnologia aliada aos cuidados de dores crônicas

Ortopedista detalha procedimento, em quais casos é indicado e os benefícios que traz à recuperação do paciente

Tratar tendinites, bursites, epicondilite, aliviar sintomas de dor e inchaço, além de contribuir no processo de recuperação de lesões: essas são algumas das funções do tratamento por ondas de choque. Geralmente, o nome pode até criar estranhamento e assustar, mas os benefícios à saúde são inúmeros, já que não é um procedimento invasivo e ajuda em diversas complicações musculoesqueléticas.

De acordo com o ortopedista e traumatologista na Clínica Prime Regen, Dr. Paulo Facciolla Kertzman, que também é especialista em tratamento com Ondas de Choque e Medicina do Esporte, essa técnica possui três ações: mecânica, analgésica e vascular.

“Com uso de equipamentos de alta tecnologia, conseguimos criar impactos na região afetada, com emissão de ondas sonoras que permitem ao paciente a reabsorção do processo inflamatório, alívio da dor e a melhora da circulação do sangue no organismo. Dessa forma, reduz o tecido fibrótico e estimula a cicatrização da lesão”, pontuou.

O ortopedista também explica que esse método não utiliza radiação ou medicamentos. “É um processo que provoca efeitos biológicos, por isso, incentiva a autocura natural do corpo. Não é necessário anestésicos, porque é uma alternativa não invasiva, que evita a intervenção cirúrgica, sem necessidade de internação hospitalar. A resposta do organismo pode ocorrer de três a 12 semanas, dependendo do quadro e da gravidade da patologia”, acrescentou Dr. Paulo.

Nesse cenário, as vantagens vão desde a redução da inflamação, inchaço no local dos desconfortos, além de aumentar o oxigênio e a produção de colágeno. Essa abordagem pode ser indicada em diversos casos de tendinopatias em ombros, quadris, tornozelos e joelhos, bem como, bursites, fascite plantar, epicondilite, lombalgias agudas e crônicas, distensões e espasmos musculares, capsulite adesiva, artrose e lesões esportivas.

“Muitas vezes é opção para conter os sintomas provocados por inflamações e prejuízos à mobilidade, ou quando a pessoa não apresentou sucesso em tratamentos conservadores com prescrição de remédios, também tem sido utilizada como ação osteogênica, para auxiliar na consolidação óssea quando há registro de fraturas que não se recuperaram muito bem”, concluiu.

Sobre o especialista: Dr. Paulo Facciolla Kertzman é ortopedista e traumatologista na Clínica Prime Regen, especialista no tratamento com Ondas de Choque e Medicina do Esporte.

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