73% das empresas ouvidas planejam investir mais em esporte
Levantamento da Infobip com 500 líderes de marketing e digital aponta que 57% têm dificuldade para medir o retorno dessas ações.
Setenta e três por cento das empresas ouvidas pela Infobip pretendem ampliar os investimentos em patrocínios e ativações esportivas nos próximos 12 meses. No entanto, 57% relatam dificuldade para comprovar o retorno dessas iniciativas, segundo o relatório Fan Engagement Survey Report, feito com 500 líderes de marketing e digital em 11 mercados.
De acordo com o levantamento, as empresas destinam em média 13% de seus orçamentos anuais de marketing a ações ligadas ao esporte. Apenas 25% afirmam conseguir relacionar campanhas esportivas a resultados de negócios mensuráveis.
Integração de dados é obstáculo para medir campanhas
Para 47% dos participantes, a falta de integração entre dados e sistemas dificulta a interação com o público em tempo real. A pesquisa indica que 87% dos executivos consideram a inteligência artificial importante para o futuro do engajamento esportivo, mas somente 22% dizem já ter tecnologias de orquestração de jornadas em funcionamento.
Segundo Caio Borges, country manager da Infobip no Brasil, uma ação pode atrair atenção durante uma competição sem que a marca consiga identificar o que ocorre depois da interação. “Quando os dados e os canais não estão conectados, fica mais difícil acompanhar a jornada do consumidor e relacionar o engajamento a resultados de negócio”, afirma.
Assistente da Haas registrou mais de 40 mil mensagens
Como exemplo de canal conversacional, a Infobip desenvolveu o RaceMate para a equipe TGR Haas F1. Disponível no WhatsApp e no Apple Messages for Business, o assistente oferece atualizações de corridas, conteúdos personalizados, trechos de rádio da equipe e quizzes.
Dados da própria empresa apontam que o recurso trocou mais de 40 mil mensagens com usuários em mais de 60 países e registrou retenção de 26,8%. Entre maio e setembro, usuários brasileiros enviaram 2.378 mensagens, média de 16,3 interações por pessoa; 27,4% voltaram a conversar com a ferramenta.



