Como planejar vendas de Halloween sem falhar no atendimento

Especialista recomenda preparar equipes, definir limites da ação e medir custos, margem e retorno dos clientes após a campanha.

Empresas que planejam ações de Halloween para 31 de outubro de 2026 precisam preparar a operação antes de divulgar a campanha, segundo Alexandre Slivnik, diretor executivo do IBEX. Para o especialista, o tema pode atrair público a lojas, restaurantes e hotéis, desde que atendimento, preços, condições e capacidade de entrega estejam alinhados.

A dimensão comercial da data é relevante nos Estados Unidos: a National Retail Federation estima gastos de US$ 13,5 bilhões com o Halloween neste ano, conforme dados citados no material. O levantamento também aponta que 49% dos consumidores pretendiam iniciar as compras em setembro ou antes.

Equipe precisa conhecer a proposta da campanha

Antes da divulgação, os funcionários devem saber quais são as atividades, os preços e as condições de participação. Uma reunião breve pode distribuir responsabilidades e definir quem tratará reclamações ou autorizará ajustes durante a ação.

Slivnik afirma que processos e engajamento precisam caminhar juntos: “Não adianta ter processos brilhantemente desenhados se as pessoas estão desengajadas. Da mesma forma, pessoas apaixonadas não conseguem sustentar uma experiência extraordinária se trabalham em processos confusos ou em cenários mal cuidados”.

Atração deve caber no orçamento e na operação

O material sugere que negócios criem atividades compatíveis com seu perfil, como oficinas de decoração de doces em confeitarias, degustações em restaurantes ou programações familiares em hotéis. Antes de anunciar, é necessário definir duração, custos e limite de participantes.

O atendimento deve acompanhar toda a experiência, da informação antes da visita ao pagamento. A gestão pode prever horários de maior procura, ajustar escalas e comunicar possíveis esperas para evitar que filas, falta de mercadorias ou orientações desencontradas comprometam a campanha.

Resultados vão além do faturamento

Para avaliar a iniciativa, Slivnik recomenda considerar faturamento, custos, margem, reclamações e tempo de espera. Acompanhar se participantes voltam a comprar também ajuda a verificar se a ação contribuiu para a fidelização.

Os colaboradores que atendem o público diariamente podem indicar dúvidas e falhas recorrentes antes do evento. De acordo com o especialista, ouvir essas sugestões e compartilhar os resultados depois da campanha ajuda a corrigir dificuldades e orientar futuras ações.

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