Excesso de skincare pode sensibilizar a pele, diz especialista
Natalia Martins afirma que limpeza profissional e rotina facial devem considerar oleosidade, sensibilidade e características individuais.
O uso de muitos produtos, ácidos e esfoliações frequentes pode provocar sensibilidade e comprometer a barreira cutânea, segundo Natalia Martins, fundadora do Natalia Beauty Group. Para a especialista, uma rotina de skincare eficiente deve respeitar as necessidades de cada pele, sem tentar retirar toda a oleosidade da superfície.
Martins afirma que a limpeza de pele segue como um cuidado básico diante da multiplicação de etapas e produtos para o rosto. Protetor solar, maquiagem, poluição, suor, oleosidade natural e células desprendidas da superfície podem se acumular quando a remoção não é suficiente. De acordo com a fonte, essa concentração pode contribuir para obstrução dos poros, aumento da oleosidade, acne e mudanças na aparência da pele.
Limpeza profissional deve ser adaptada
Segundo a especialista, a limpeza profissional complementa os cuidados feitos em casa e pode envolver preparação, esfoliação e extração de impurezas quando houver indicação. O objetivo, ressalta Martins, não é eliminar toda a oleosidade, mas remover o acúmulo e preservar o equilíbrio natural da pele.
O protocolo pode ser usado em diferentes tipos de pele, desde que adaptado. Peles oleosas podem ter maior produção de sebo e tendência ao acúmulo nos poros, enquanto peles secas, maduras ou sensíveis exigem produtos e técnicas adequados para evitar desconforto e alterações na barreira de proteção.
A frequência também varia conforme a rotina, o uso de maquiagem e protetor solar, a oleosidade, a exposição à poluição e a sensibilidade. Embora procedimentos estéticos usem intervalos de 30 a 60 dias como referência, a fonte indica que uma avaliação profissional deve definir o momento de repetir a sessão.


