Amapá lidera buscas por delivery de farmácia, diz iFood
Levantamento considera buscas no Google Brasil entre setembro de 2025 e agosto de 2026, proporcionalmente a cada 100 mil habitantes.
O Amapá lidera as buscas por “delivery de farmácia” no Google Brasil, proporcionalmente a cada 100 mil habitantes, segundo levantamento do iFood. O estudo considera o volume de pesquisas entre setembro de 2025 e agosto de 2026 e não mede intenção de compra nem comportamentos fora do ambiente digital.
De acordo com o levantamento, Roraima aparece em segundo lugar, seguido por Rondônia, Acre, Sergipe, Piauí, Alagoas, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e São Paulo. O ranking mostra que o interesse pela expressão não se concentra apenas no Sudeste.
Pedidos a distância cresceram em redes de farmácia
Dados divulgados pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) em março de 2026 indicam que os pedidos feitos a distância nas 29 redes associadas cresceram 57,7% em 2025 e movimentaram R$ 22,6 bilhões. Segundo a entidade, cerca de duas em cada dez vendas dessas redes chegaram ao consumidor por canais de entrega.
A possibilidade de entrega depende da cobertura da farmácia, da disponibilidade em estoque e das condições logísticas de cada operação. Produtos farmacêuticos exigem cuidados específicos de conservação e o cumprimento de normas sanitárias, inclusive quanto a temperatura e umidade quando aplicável.
Como funciona a entrega de medicamentos
Para pedir medicamentos pelo delivery, é preciso verificar quais farmácias atendem ao endereço informado. A compra pode ser feita pelo site ou aplicativo do estabelecimento, ou por uma plataforma que ofereça produtos farmacêuticos na região. Antes de finalizar o pedido, a pessoa deve consultar os itens disponíveis, conferir as informações, selecionar a quantidade permitida e verificar prazo e custo de envio.
Medicamentos que exigem receita podem ser entregues desde que a farmácia cumpra as exigências sanitárias. Segundo orientações publicadas pela Anvisa em setembro de 2023, a entrega remota de medicamentos controlados foi incorporada permanentemente às regras sanitárias. A receita deve ser analisada por farmacêutico, e, quando a legislação exige a retenção do documento original, isso precisa ocorrer antes da entrega.
Em agosto de 2026, a Anvisa anunciou a abertura de processo para regulamentar a contratação de canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para a logística e a entrega de medicamentos.



