Micropigmentação pode camuflar manchas brancas na pele
Técnica busca aproximar o pigmento ao tom natural da pele, mas não elimina a leucodermia gutata e pode exigir manutenção.
A micropigmentação reparadora pode ser usada para camuflar visualmente pequenas manchas brancas na pele, conhecidas como leucodermia gutata. Segundo Fabiana Avesani, especialista em micropigmentação estética e paramédica, a técnica seleciona pigmentos próximos à tonalidade natural da pele para reduzir o contraste das marcas, frequentes nos braços e nas pernas.
De acordo com o material divulgado pela especialista, a leucodermia gutata costuma aparecer a partir dos 30 ou 40 anos e está relacionada à exposição solar acumulada ao longo da vida. As manchas são descritas como benignas, mas podem causar incômodo estético, especialmente quando o bronzeado torna a diferença de cor mais evidente.
Como funciona a camuflagem das manchas
Na micropigmentação reparadora, a escolha dos pigmentos e a avaliação das características individuais da pele são parte central do procedimento. A proposta, segundo Fabiana Avesani, é criar uma camuflagem discreta sem modificar a textura da área tratada.
“Não existe uma fórmula única. Cada pele tem uma tonalidade e reage de uma maneira. O segredo está em trabalhar essas diferenças para que o resultado fique o mais natural possível”, afirma a especialista.
A técnica também pode ser aplicada, conforme a profissional, à camuflagem de determinadas cicatrizes e estrias.
Procedimento não devolve a pigmentação natural
A micropigmentação não elimina a leucodermia gutata nem devolve a pigmentação natural da pele. Seu efeito é visual, pode variar entre as pessoas e exigir manutenção. Por isso, o material recomenda diagnóstico dermatológico e avaliação individual antes de realizar o procedimento.



