Como três técnicas tratam flacidez, volume e celulite nos glúteos
Dermatologista Bruno Albernaz explica as finalidades de bioestimulação de colágeno, preenchimento e subcisão, sempre dependentes de avaliação individual.
Bioestimulação de colágeno, preenchimento com ácido hialurônico e subcisão têm objetivos diferentes nos tratamentos estéticos para os glúteos. Segundo o dermatologista Bruno Albernaz, as técnicas podem ser consideradas conforme a queixa principal — como flacidez, desejo de maior projeção ou determinadas depressões causadas pela celulite — e as características avaliadas em consulta.
O médico reúne essas três frentes no protocolo Bumbum UP, mas afirma que o planejamento não precisa incluir todos os procedimentos. A indicação e os resultados variam de acordo com as condições da pele, a anatomia, o produto utilizado e a resposta individual de cada paciente.
Firmeza, volume e textura da pele
De acordo com Albernaz, os bioestimuladores de colágeno são usados para estimular a produção da proteína, que contribui para a estrutura e a sustentação da pele. Na região glútea, a abordagem pode ser indicada para melhorar a qualidade da pele e tratar determinados graus de flacidez.
Já o preenchimento com ácido hialurônico é a frente voltada ao volume e à projeção dos glúteos. Segundo o dermatologista, a possibilidade de utilizá-lo depende da avaliação médica, das proporções corporais, das expectativas e dos objetivos da paciente.
Para determinadas marcas de celulite, a subcisão é outra opção avaliada. Albernaz explica que algumas depressões na superfície da pele estão relacionadas a traves fibrosas que puxam o tecido para baixo; a técnica busca liberar essas estruturas e pode suavizar sua aparência nesses casos.
Indicação requer avaliação individual
O dermatologista ressalta que nem toda celulite apresenta a mesma causa ou aparência e que diferentes irregularidades da pele não são tratadas da mesma forma. Por isso, a consulta é necessária para identificar quais técnicas podem fazer sentido em cada caso e estabelecer expectativas realistas.
Segundo Albernaz, o protocolo não utiliza PMMA, sigla para polimetilmetacrilato, material permanente empregado em determinados procedimentos de preenchimento. Para ele, a escolha de produtos e técnicas deve considerar os resultados a médio e longo prazo, com a segurança antes da mudança estética.



