Empório Quatro Estrelas une três gerações de mulheres
Fundada em 1992 no Mercado Municipal da Lapa, em São Paulo, empresa ampliou lojas, portfólio e comércio eletrônico.
O Empório Quatro Estrelas, fundado em 1992 por mãe e filha no Mercado Municipal da Lapa, em São Paulo, passou de uma mercearia tradicional a uma empresa de alimentação saudável conduzida por três gerações de mulheres. Segundo a empresa, a entrada de Bruna Villar, neta de uma das fundadoras e sócia, trouxe expansão de unidades, diversificação do portfólio e presença digital ao negócio familiar.
A história começou com duas mulheres chamadas Idalina, mãe e filha, que levaram ao empreendimento tradições portuguesas e produtos como bacalhau e itens de mercearia. Ao longo dos anos, a empresa ampliou a oferta para acompanhar mudanças nos hábitos de consumo e atender diferentes necessidades alimentares.
Expansão das lojas e do comércio eletrônico
Em 2010, Bruna inaugurou a segunda unidade, voltada a produtos sem origem animal e a opções para dietas restritivas. O comércio eletrônico foi lançado em 2014; de acordo com a empresa, hoje ele atende consumidores de todo o Brasil. Em 2021, foi aberta uma unidade em Perdizes, também em São Paulo.
Segundo o Empório Quatro Estrelas, o portfólio atual reúne mais de 8 mil itens, incluindo produtos naturais, orgânicos e a granel, além de opções veganas, vegetarianas, sem glúten, sem lactose e sem adição de açúcar.
A empresa realizou a primeira edição do Empório Quatro Estrelas Day em 2024 e informa que, no ano seguinte, foi reconhecida no ranking Negócios em Expansão, da revista EXAME.
Aprendizados na gestão familiar
Bruna Villar afirma que os ensinamentos da avó e da mãe influenciaram sua atuação como empreendedora, especialmente na relação com a equipe. “Minha avó e minha mãe me ensinaram tudo. Mais do que aprender sobre compra e venda, minha mãe me ensinou como lidar com o ser humano, a ver o funcionário como uma pessoa que tem dias bons e ruins, que pode precisar de alguma ajuda em um determinado momento”, afirma.
Ela também relata que a maternidade exigiu uma reorganização das responsabilidades no trabalho. “Eu precisei abrir mão de estar com minha filha o tempo todo para trabalhar, mas também renunciei algumas funções na empresa depois do nascimento dela, aprendi a delegar para poder ficar com ela”, conta.



