AgenteS lança editora voltada a traduções e releituras
Fundada em 2026, a editora independente afirma buscar obras inéditas em português e novas abordagens para traduções literárias.
A AgenteS, editora independente brasileira criada em 2026, chega ao mercado com foco em literatura, tradução e pensamento crítico. Segundo a própria editora, o projeto pretende publicar obras ainda indisponíveis em português brasileiro, recuperar textos pouco difundidos e promover retraduções orientadas por novas questões sobre linguagem.
De acordo com o release, a AgenteS foi criada por Silvia Cobelo, Jamilly Brandão e Solange Pinheiro. A editora afirma que sua curadoria reúne perspectivas de autores, tradutores, ilustradores, pesquisadores, editores e leitores, com o objetivo de ampliar o repertório disponível ao público brasileiro.
Traduções com pesquisa e contextualização
Segundo a AgenteS, as traduções de seu catálogo serão feitas por pesquisadores da área e poderão incluir notas para contextualizar referências, momentos históricos e questões linguísticas e culturais presentes nas obras.
A proposta também abrange retraduções. A editora afirma que novas versões de livros podem evidenciar aspectos antes pouco presentes, como marcas de oralidade, regionalismos e dialetos. O trabalho editorial, conforme o material divulgado, dialoga com campos como estilística, sociolinguística, linguística e análise do discurso.
Equipe editorial
Silvia Cobelo é apresentada pela editora como idealizadora e diretora editorial, além de professora e pesquisadora de tradução e adaptação, com mestrado e doutorado em Letras pela Universidade de São Paulo. Jamilly Brandão Alvino atua como publisher. Em outra apresentação da equipe, o release cita Solange P. P. Carvalho na aproximação entre pesquisa e prática editorial.
Segundo a empresa, o catálogo será voltado a obras e ideias contemporâneas que ainda tenham circulação restrita no país, combinando pesquisa, curadoria plural e atenção às escolhas de linguagem.



