Nise da Silveira: mostra gratuita termina domingo em Curitiba
Exposição na CAIXA Cultural Curitiba reúne mais de 150 peças e relaciona arte, ciência e saúde mental.
Uma visita à exposição Nise da Silveira, A Revolução pelo Afeto pode ser uma oportunidade de olhar para a saúde mental por uma lente que reúne arte, história e cuidado. Em cartaz somente até este domingo (11), na CAIXA Cultural Curitiba, a mostra tem entrada gratuita e apresenta o legado da médica Nise da Silveira, conforme o material de divulgação da exposição.
O percurso convida o público a refletir e ressignificar o conceito de loucura a partir de um mergulho histórico na intersecção entre saúde mental e artes. De acordo com a apresentação da mostra, o recorte combina ciência, história e aspectos artísticos da pesquisa de Nise, médica reconhecida no material como uma referência brasileira da psiquiatria humanizada.
Arte como parte da conversa sobre saúde mental
Segundo o material de divulgação da exposição, o conjunto reúne mais de 150 peças e obras. Entre os artistas do hospital psiquiátrico do Engenho de Dentro apresentados estão Adelina Gomes, Arthur Amora, Beta d’Rocha, Fernando Diniz e Carlos Pertuis.
As obras dialogam, na proposta apresentada pela mostra, com nomes da vanguarda modernista e contemporânea, como Alice Brill, Abraham Palatnik, Lygia Clark, Margaret de Castro, Tiago Sant’ana, Carlos Vergara e Leandro Lima. O encontro entre essas produções compõe um recorte sobre arte, saúde mental e a trajetória de Nise da Silveira.
O legado de Nise da Silveira
De acordo com o material da exposição, o pensamento inclusivo de Nise da Silveira inspirou a reforma psiquiátrica brasileira. A divulgação também relaciona seu trabalho de humanização do tratamento de transtornos mentais e de valorização da capacidade criativa dos pacientes à criação do Museu de Imagens do Inconsciente.
Segundo a organização da mostra, o museu abriga mais de 400 mil obras, parte delas tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A informação ajuda a situar a dimensão do legado associado à médica no material que acompanha a exposição.
Como visitar a mostra em Curitiba
Nise da Silveira, A Revolução pelo Afeto ocupa as galerias do Mezanino e do Segundo Andar da CAIXA Cultural Curitiba, na Rua Conselheiro Laurindo, 280, no Centro. A classificação é livre e, conforme o serviço divulgado, há acesso para pessoas com deficiência.
Neste domingo (11), último dia da exposição, a visitação ocorre das 10h às 19h. De terça-feira a sábado, o horário é das 10h às 20h. A programação oferece uma alternativa cultural gratuita para quem deseja conhecer o recorte proposto sobre cuidado, criação e saúde mental.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



