Spotify mostra como a Geração Z vive a transição para a vida adulta
7ª edição do Culture Next analisa hábitos de streaming no Brasil e destaca podcasts em vídeo, fandoms e autoexpressão.
A passagem da adolescência para a vida adulta também aparece no que se ouve, assiste e acompanha. Na 7ª edição do Culture Next, o Spotify reúne dados de streaming no Brasil para observar como a Geração Z atravessa diferentes fases da vida e como podcasts em vídeo, fandoms e hábitos ligados à autoexpressão entram nessa jornada.
Com dados proprietários, o estudo analisa 4,2 milhões de músicas e 680.879 episódios de podcasts. O relatório divide os jovens em três faixas etárias: adolescentes de 14 a 18 anos, jovens adultos de 19 a 23 e jovens profissionais de 24 a 29. A proposta é acompanhar como os hábitos de streaming mudam ao longo dessas etapas e se relacionam com inquietações, identidades e experiências no mundo real.
Vídeo transforma a experiência com podcasts
Um dos destaques do relatório é o interesse por podcasts em vídeo. Segundo o Culture Next, 80% afirmam assistir a podcasts para se aprofundar em temas que consideram interessantes. O material apresenta esse movimento em um cenário de fácil acesso a conteúdos rápidos e aponta a busca por formatos mais imersivos entre os jovens brasileiros.
Entre os integrantes mais jovens da Geração Z, a participação do vídeo no consumo de podcasts cresceu 75% nos últimos 18 meses, informa o Spotify. O material não detalha a proporção total desse consumo, mas indica que o formato ganhou espaço nesse grupo.
Fandom pode fazer parte da identidade
O vínculo com artistas também aparece como algo que não se limita a lançamentos ou shows. De acordo com o estudo, três em cada cinco pessoas da Geração Z afirmam que seus fandoms são uma parte essencial de sua identidade. Nesse retrato, ser fã pode envolver uma relação contínua com artistas e comunidades, para além de um evento ou lançamento.
O relatório cita o retorno do Oasis como exemplo: após o anúncio, os streams da banda entre os jovens aumentaram 3,3 vezes em uma semana e permaneceram 64% acima da média por mais de um ano. O dado ilustra como o anúncio repercutiu nos hábitos de escuta, conforme os números apresentados pelo estudo.
Atividade física e expressão pessoal
Na faixa dos 24 aos 29 anos, 76% dos brasileiros afirmam que a atividade física é uma forma de desenvolvimento pessoal, segundo o Culture Next. O relatório também aponta música, fitness e games como ferramentas para construir identidade e pertencimento, sem detalhar como cada prática influencia individualmente esses aspectos.
Outro sinal dessa busca por expressão aparece nas playlists relacionadas à chamada “aura culture”: elas triplicaram em um ano no Spotify. O material associa esse dado à autoexpressão, mas não apresenta uma definição mais detalhada para o termo.
Em conjunto, os dados oferecem um retrato de como jovens brasileiros se conectam a conteúdos, artistas e práticas cotidianas durante a transição para a vida adulta. O Culture Next observa esses comportamentos a partir de dados de streaming e de recortes etários, abordando temas que vão do entretenimento à construção de identidade.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



