MeuPatrocínio: 63,4% das Sugar Babies têm renda própria
Levantamento interno com 6.798 usuárias aponta autonomia financeira entre as cadastradas na plataforma.
A imagem da Sugar Baby que depende financeiramente de um parceiro não representa todas as mulheres nesse tipo de relacionamento. Um levantamento interno do MeuPatrocínio, realizado recentemente com 6.798 usuárias da plataforma, aponta que 63,4% das cadastradas possuem renda própria. Entre os perfis comuns também estão mulheres empreendedoras.
O dado descreve as usuárias incluídas na pesquisa da plataforma, e não permite generalizar o resultado para todas as pessoas que vivem ou procuram relações sugar. Ainda assim, aponta para um perfil que pode reunir carreira, projetos pessoais e objetivos definidos. De acordo com o material divulgado, experiências, viagens e compatibilidade de objetivos também podem pesar na escolha de um parceiro, além do aspecto financeiro.
Autonomia e escolha de parceiros
Caio Bittencourt, especialista em comportamento afetivo e porta-voz do MeuPatrocínio, afirma que a independência financeira muda o perfil de quem procura o relacionamento sugar. Ao descrever as usuárias, cita profissionais de diferentes áreas, estudantes, empreendedoras e mães solo.
“A maioria das Sugar Babies trabalham, são médicas, corretoras de imóveis, dentistas, estudam, são empreendedoras, mães solo. Elas têm um objetivo de vida claro e vontade de estar ao lado de alguém com a mesma mentalidade de crescimento”, afirma Bittencourt.
Na avaliação apresentada por Caio, a busca não se resume a encontrar alguém que assuma as despesas. Ele aponta que segurança, maturidade e alinhamento de estilo de vida podem integrar o que algumas mulheres valorizam na relação. A declaração trata de tendências percebidas pelo porta-voz, sem indicar que todas as usuárias tenham as mesmas prioridades.
“Hoje, muitas mulheres valorizam estar com homens bem-sucedidos, que ofereçam segurança, maturidade e um estilo de vida alinhado com o que elas desejam. Afinidade também é sobre objetivos, valores e visão de futuro, isso é compatibilidade”, completa Caio.
Exemplos citados não são relações sugar
O material também menciona figuras públicas como exemplos de mulheres com trajetória própria ao lado de parceiros bem-sucedidos. A atriz Isis Valverde, descrita como consolidada na carreira, é casada com o empresário Marcus Buaiz, sócio da agência 9ine. A influenciadora Cela Lopes namora João Brasio, CEO de uma empresa de tecnologia.
O texto ressalta que esses casais não são apresentados como relações sugar. Eles são citados para ilustrar uma tendência que, segundo o material, envolve mulheres com carreira própria que valorizam parceiros bem-sucedidos; a comparação não permite afirmar que sigam a dinâmica abordada no levantamento.
O alcance dos dados
A pesquisa é interna e se refere às usuárias cadastradas no MeuPatrocínio. O material informa que foi realizada recentemente, mas não apresenta uma data específica nem detalha a metodologia. Por isso, o número divulgado ajuda a observar o perfil desse grupo, mas não explica, por si só, as motivações individuais das participantes.
A expectativa de que esse perfil ganhe espaço nos próximos anos é atribuída à plataforma. O MeuPatrocínio também afirma que o relacionamento sugar se afasta do estereótipo e pode ser visto como uma escolha entre pessoas que sabem o que querem. O dado central, porém, é mais delimitado: no levantamento com 6.798 usuárias, 63,4% das cadastradas possuem renda própria.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



