Joselina Bonetti fala sobre maternidade longe da família
No décimo episódio do Bate Bola com Ainê, a psicóloga conta como os filhos mudaram sua rotina e por que aniversários podem deixá-la emocionalmente cansada.
Criar os filhos longe das avós, tias e primos é uma realidade que Joselina Bonetti gostaria de mudar. No décimo episódio da segunda temporada do Bate Bola com Ainê, a psicóloga conversa com Ainê Coutinho sobre maternidade, vida fora do Brasil e as mudanças que chegaram com a rotina das crianças. Entre os relatos, conta que preparar aniversários para pessoas queridas pode deixá-la emocionalmente cansada.
Joselina é esposa de Pablo Vegetti, atacante do Cerro Porteño, do Paraguai. Ela e Ainê, esposa de Philippe Coutinho, lembraram que já foram vizinhas quando moravam fora do Brasil. Na época, os filhos de Ainê voltavam da escola e acabavam atrapalhando o descanso da tarde de Joselina.
Os filhos mudaram a organização da rotina
Ao falar sobre a maternidade, Joselina conta que se tornou mais organizada. Antes, diz que levava a vida com mais improviso; com as crianças, passaram a fazer parte do cotidiano regras e horários para dormir e para os lanches. Sobre criar os filhos longe dos parentes, afirma: “Eu gostaria que meus filhos vivessem perto de suas avós, tias e primos”. Ela ressalta, porém, que o amor não falta.
Entre os valores que deseja transmitir às crianças, a psicóloga cita trabalho, disciplina, empatia e a importância de ser uma boa pessoa, capaz de se colocar no lugar do outro. Também fala do que a deixa emocionalmente cansada: os aniversários dos filhos ou do marido. “Porque quero ver a pessoa muito feliz, é uma data muito importante, então eu faço, eu quero agradar, então no dia seguinte fico emocionalmente cansada”, explica. Ainê reage: “É uma resposta excelente e bem real”, e diz que nunca tinha pensado na situação dessa forma.
Joselina ainda descreve o cuidado que tem quando o marido volta de férias para casa: procura fazer o café da manhã em companhia e cuidar para que a roupa fique confortável. A conversa aborda também a lembrança afetiva de uma panqueca com doce de leite feita pela avó, que ela considera uma das pessoas mais importantes de sua vida. Sobre a decisão que considera mais importante, aponta a escolha da profissão, que, segundo ela, mudou sua vida e a maneira como percebe as coisas.
Praia, viagens e pequenos rituais
Entre as coisas do Brasil que conquistaram Joselina, está a praia. “Eu amo a praia, está a 5 minutos, uma paz, uma mudança de ares. Vou ser sincera: pelo menos uma vez na semana sinto que estou de férias”, conta. Quando Ainê propõe escolher entre comida argentina e brasileira, Joselina prefere a argentina e destaca o bife à milanesa com salada de rúcula, tomate-cereja e queijo. Ela também revela que não gosta de alho e que isso foi um martírio durante a gravidez.
Ao comparar os costumes dos dois países, descreve os argentinos como mais agitados e diz que, ao chegar ao Rio, tinha vontade de xingar e apertar a buzina. Entre as experiências que compartilha, está uma viagem sozinha por Londres, Paris e Amsterdam, que define como “um encontro comigo mesma”. Japão e Tailândia estão entre os destinos que sonha conhecer.
Em casa, passar roupa é uma mania que considera terapêutica, enquanto tomar banho e vestir o pijama antes de dormir faz parte de seu ritual. Seu dia ideal inclui dormir ao menos cinco horas seguidas, tomar um bom café da manhã, ir à praia e aproveitar o dia relaxada. No encerramento, Joselina deixa uma mensagem em espanhol, que Ainê traduz como um convite a encontrar algo de que se goste e seguir esse caminho. O episódio está disponível no canal do YouTube e no Instagram de Ainê Coutinho.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



