Ocean Sugar lança açúcar biofuncional feito de algas marinhas
Produto adoça até 100 vezes mais que açúcar comum e tem versão para uso culinário
Em setembro de 2026, a foodtech brasileira Ocean Sugar apresentou ao mercado um açúcar biofuncional inovador, extraído de algas marinhas por meio de biotecnologia. Fundada em maio do mesmo ano e com fábrica em Belém do Pará, a empresa propõe uma alternativa natural e sustentável ao açúcar tradicional, com um poder adoçante até 100 vezes maior que o açúcar refinado.
O produto é 100% natural, livre de aditivos químicos e não apresenta o retrogosto amargo comum em alguns adoçantes. Segundo a empresa, é isento de lactose, frutose e possui zero calorias, características que o tornam adequado para consumidores focados em controle de peso e bem-estar.
Versões para diferentes usos
A Ocean Sugar oferece duas versões do açúcar biofuncional: uma para uso cotidiano em bebidas quentes e frias, com dissolução instantânea, e outra, chamada Ocean Sugar Cook, desenvolvida para aplicações culinárias que envolvem calor, como caramelização e texturização. Esta última mantém estabilidade térmica em temperaturas de até 220°C.
O anúncio não detalha a proporção de substituição do açúcar tradicional nas receitas nem o rendimento de cada versão, o que indica que o poder adoçante até 100 vezes maior não deve ser interpretado como uma medida direta para adaptações culinárias sem orientações específicas.
Base científica e tecnologia
A inovação da Ocean Sugar é baseada na EPS Algalyte™, uma molécula patenteada extraída diretamente das algas marinhas. O desenvolvimento do produto é resultado de mais de duas décadas de pesquisas conduzidas pelo cientista Edson Paiva. O processo de extração utiliza exclusivamente biotecnologia, sem o uso de produtos químicos, preservando a pureza e a origem oceânica da molécula.
Disponibilidade e perspectivas
O açúcar biofuncional já está disponível para compra pela internet, com entrega em todo o território nacional. A empresa também planeja expandir sua capacidade produtiva para alcançar uma tonelada diária até 2027 e busca registros em outros países, tendo obtido aprovação do FDA nos Estados Unidos.
Embora o produto seja apresentado como uma alternativa saudável e sustentável, o material divulgado não inclui estudos clínicos que comprovem benefícios específicos à saúde, nem detalha orientações de uso para substituição em receitas culinárias.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



