7 exames que ajudam no diagnóstico e na segurança do tratamento
De suspeitas de infarto ao cuidado com a quimioterapia, entenda como exames de sangue e testes genéticos apoiam decisões médicas.
Na emergência ou antes de iniciar uma quimioterapia, exames laboratoriais podem fornecer informações essenciais para decisões médicas seguras. Desde o hemograma até testes genéticos, diferentes análises auxiliam na investigação de doenças e na orientação de tratamentos. Compreender a função desses exames ajuda o paciente a acompanhar seu cuidado com mais clareza, sem substituir a avaliação médica.
O Sabin Diagnóstico e Saúde destacou sete exames que são fundamentais em situações que vão desde suspeitas de infarto até a investigação de leucemia. O ponto comum entre eles é o suporte à conduta médica, pois os resultados devem ser interpretados em conjunto com sintomas, histórico e avaliação clínica.
Exames para o coração
1. Troponina ultrassensível. Realizado a partir de uma amostra de sangue, este exame detecta pequenas concentrações de uma proteína liberada em lesões do músculo cardíaco. Em casos de dor no peito, ajuda a equipe médica a confirmar ou descartar infarto e a definir os próximos passos do atendimento.
2. NT-proBNP. Mede um peptídeo liberado pelo coração quando está sobrecarregado. Em pacientes com falta de ar súbita, pode auxiliar a diferenciar insuficiência cardíaca de outras causas pulmonares, orientando o tratamento adequado.
Infecções graves e coágulos
3. Dosagem de lactato. Avalia o nível de ácido lático no sangue, que aumenta quando os tecidos não recebem oxigênio suficiente. Em casos de sepse e choque, esse exame contribui para avaliar a gravidade da infecção e orientar a resposta médica.
4. D-dímero. Detecta fragmentos de coágulos em degradação, sendo útil na investigação de trombose venosa profunda e embolia pulmonar. Um resultado negativo pode ajudar a afastar essas condições, evitando exames de imagem desnecessários, sempre considerando a avaliação clínica.
Testes genéticos no câncer
5. Detecção de fusões cromossômicas por PCR. Desenvolvido pelo setor de genômica do Sabin, este exame identifica os sete principais subtipos de leucemia mieloide aguda em dois a três dias, permitindo que o oncologista escolha a terapia-alvo mais adequada rapidamente.
6. Teste genético DPYD. Avalia mutações no gene DPYD antes do início da quimioterapia. Alterações nesse gene podem impedir a metabolização de certos medicamentos, aumentando o risco de toxicidade. O exame auxilia na decisão de ajustar doses ou substituir medicamentos para garantir a segurança do paciente.
O papel do hemograma
7. Hemograma completo. Um exame rotineiro que fornece informações sobre as células do sangue. Alterações em plaquetas e leucócitos podem indicar infecções graves, leucemias ou falência da medula óssea, sinalizando a necessidade de intervenções urgentes.
Esses exames não devem ser solicitados ou interpretados isoladamente pelo paciente. A utilidade de cada procedimento depende da situação clínica específica. Para quem recebe uma solicitação, é importante entender qual hipótese está sendo investigada e como o resultado pode influenciar o tratamento.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



