Celular como maquininha: estados que mais buscam “tap to pay”
Levantamento do RecargaPay aponta os estados brasileiros com maior interesse proporcional pelo pagamento por aproximação via smartphone
O uso do celular como maquininha de cartão tem ganhado espaço entre autônomos, microempreendedores e pequenos comerciantes no Brasil. Um levantamento realizado pelo RecargaPay analisou o volume médio mensal de buscas no Google Brasil pelo termo “tap to pay” entre julho de 2025 e junho de 2026, proporcionalmente a cada 100 mil habitantes, para identificar os estados com maior interesse nessa tecnologia.
O Distrito Federal lidera o ranking proporcional, seguido por São Paulo e Santa Catarina. Na sequência, aparecem Rio de Janeiro, Paraná, Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Mato Grosso. A presença de estados das regiões Sudeste, Sul, Centro-Oeste e Nordeste indica que o interesse pelo pagamento por aproximação está distribuído por diferentes partes do país.
Como funciona o “tap to pay”
O “tap to pay” utiliza a tecnologia NFC (comunicação por campo de proximidade), que permite a comunicação entre dispositivos próximos para realizar pagamentos sem contato físico. Geralmente, o processo envolve o download de um aplicativo que transforma o smartphone compatível em um terminal para receber pagamentos por aproximação.
Essa solução dispensa a necessidade de adquirir ou alugar uma maquininha física, já que o processamento da transação ocorre diretamente no celular. Para pequenos comerciantes que atuam em diferentes locais ou buscam maior mobilidade, essa tecnologia pode facilitar as operações.
Além disso, o crescimento dos pagamentos por aproximação no Brasil, conforme dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), mostra que essa modalidade já faz parte dos hábitos de consumo de uma parcela significativa da população.
Custos e considerações
Não há um preço fixo para transformar o celular em maquininha. Algumas soluções não cobram pela aquisição, aluguel ou ativação do equipamento, mas podem aplicar taxas sobre cada transação realizada. No caso do RecargaPay, a documentação indica que o “tap to pay” está sujeito a taxas por transação.
Por isso, é importante que os usuários avaliem as taxas, prazos de recebimento e demais condições antes de optar por um serviço. O levantamento ressalta que os dados refletem o interesse nas buscas online e não necessariamente indicam a adoção efetiva da tecnologia em todos os estados listados.
O estudo evidencia a crescente atenção ao pagamento digital no país, especialmente entre pequenos negócios que buscam soluções práticas e móveis para receber seus clientes.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



