Mestre Sollarys critica ritos coletivos no Luciferianismo
Sacerdote alerta para a importância do trabalho individualizado e questiona a comercialização dos ritos
O debate sobre a realização de ritos coletivos no contexto do Luciferianismo ganhou destaque após Mestre Sollarys divulgar um vídeo em que critica a forma como algumas cerimônias são conduzidas. Segundo o sacerdote, reunir centenas de nomes em um único rito, com apenas uma oferta para todos, desconsidera a individualidade de cada participante e não está alinhado com as orientações da egrégora luciferiana.
De acordo com Sollarys, seu posicionamento é específico para ritos que envolvem divindades ou demônios luciferianos. Ele ressalta que outras egrégoras e tradições podem aceitar práticas coletivas, mas dentro do Luciferianismo essa prática não é recomendada.
Individualidade nos ritos
A crítica de Sollarys se concentra em trabalhos coletivos voltados a objetivos pessoais, como amor, saúde, prosperidade e abertura de caminhos. Ele defende que cada pessoa deve ser tratada individualmente, com uma oferta feita em seu nome.
“Você pega o nome individualmente de cada pessoa e faz uma oferta individual em nome daquela pessoa. Este é aceito”, explica o sacerdote. Ele aponta que a adoção de ritos coletivos estaria relacionada a questões financeiras, já que o valor cobrado não compensaria a realização de ofertas individuais.
Além disso, Sollarys alerta para o risco da mistura de energias distintas em um mesmo rito coletivo. Ele questiona se alguém colocaria seu nome ou o de um filho em um rito coletivo de saúde junto a centenas de pessoas com doenças graves, ressaltando que essa mistura pode prejudicar os participantes.
Crítica à comercialização e à busca por preços baixos
O sacerdote também critica a oferta de ritos coletivos como se fossem promoções, comparando a prática a uma “Black Friday de ritos”. “Você acha que uma pessoa que está preocupada com a sua vida vai fazer Black Friday de rito coletivo? Sério, deixa de ser besta. É muita ingenuidade. Um sacerdote profissional sério não faz isso”, afirma.
Ele ainda questiona quem procura esses serviços exclusivamente pelo menor preço: “As pessoas também são oportunistas porque querem pagar pouco e realmente acham que você vai contratar Lúcifer pagando 50 conto. Tem que ser muito ingênuo.”
Preparação e acompanhamento pós-rito
Outro ponto destacado por Sollarys é a falta de acompanhamento após a cerimônia. Para ele, um rito espiritual deve envolver preparação, realização e orientação posterior, comparando o processo a uma operação médica que exige cuidados antes e depois para garantir o sucesso.
Atualmente, Mestre Sollarys não realiza ritos coletivos por orientação da egrégora luciferiana com a qual se comunica. Ele reforça que sua crítica é direcionada especificamente ao Luciferianismo e não deve ser generalizada para outras tradições ou religiões.
O material divulgado não apresenta contrapontos de outros sacerdotes nem evidências independentes sobre os efeitos atribuídos aos ritos coletivos.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



