ROG.e 2026 debate futuro do petróleo e gás no Rio
Evento reúne especialistas para discutir produção, segurança, descarbonização e novas tecnologias no setor de petróleo e gás.
O futuro do petróleo e gás no Brasil estará em debate entre 21 e 24 de setembro, durante a ROG.e 2026, no Riocentro, no Rio de Janeiro. O evento reunirá empresas, executivos e especialistas para discutir os caminhos de uma indústria que combina aumento da produção, novos investimentos e pressão por mais segurança e eficiência.
Para quem acompanha carreira, inovação e as transformações do mercado de trabalho, a programação chama atenção por colocar no mesmo debate temas como exploração e produção, cadeia de suprimentos, segurança energética, descarbonização e novas tecnologias.
Margem Equatorial ganha espaço nas discussões
Um dos assuntos ligados ao cenário atual é a expansão dos investimentos na Margem Equatorial, considerada uma das principais novas fronteiras exploratórias do país. A região se estende por cerca de 2.200 quilômetros, do Amapá ao Rio Grande do Norte, e inclui as bacias da Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar.
Segundo o material divulgado sobre o evento, a Petrobras prevê investir US$ 2,5 bilhões na perfuração de 15 poços entre 2026 e 2030 somente nessa área. O movimento coloca no centro da conversa temas como infraestrutura, qualificação profissional, segurança operacional e os impactos ambientais da expansão.
Por que a operação offshore exige planejamento
Em plataformas e navios, equipes podem precisar realizar obras, inspeções e manutenções em locais altos, extensos ou de difícil acesso. Muitas vezes, esses trabalhos acontecem em espaços restritos e sem a possibilidade de interromper outras atividades da unidade.
As condições em alto-mar ainda acrescentam desafios de logística, planejamento e proteção das equipes. Nesse contexto, soluções de acesso podem combinar andaimes multidirecionais, plataformas elevatórias, elevadores e sistemas suspensos, de acordo com as características de cada operação.
“No ambiente offshore, as condições de acesso têm impacto direto no planejamento e na execução do trabalho. Por isso, é preciso considerar tanto a segurança das equipes quanto as características de cada unidade”, afirma Sérgio Guerra, CEO da Orguel.
Estrutura para manutenção na P-48
Um exemplo citado é o trabalho realizado na plataforma P-48 da Petrobras, instalada no Campo de Caratinga, na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro. Para permitir o acesso a diferentes pontos da unidade, a Orguel projetou uma estrutura suspensa com três níveis, fixada por correntes.
O sistema formou superfícies contínuas de trabalho para as equipes responsáveis pela manutenção, incluindo áreas sobre o mar e em alturas distintas. O caso ilustra como inovação e planejamento podem fazer diferença em operações complexas.
A ROG.e 2026 acontece no Rio de Janeiro e terá como foco os desafios e as oportunidades da cadeia de energia. Mais informações estão disponíveis no site oficial do evento.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



