Relacionamento aberto: 76% dos usuários testariam a ideia
Pesquisa anônima do Second Love revela interesse em acordos não monogâmicos e diferenças entre gêneros
A ideia de abrir o relacionamento, antes considerada tabu, tem ganhado espaço nas discussões sobre desejo e acordos afetivos. Uma pesquisa anônima realizada pelo site de relacionamento Second Love revelou que 76% dos usuários estariam dispostos a experimentar um relacionamento aberto.
Embora o levantamento não informe o número de participantes nem o período da pesquisa, ele reflete o perfil dos usuários da plataforma, que busca pessoas interessadas em relações fora do modelo monogâmico tradicional.
Aplicativos facilitam encontros para relacionamentos abertos
Entre os interessados em relacionamentos abertos, 85% consideram os aplicativos de namoro o método mais eficaz para conhecer outras pessoas com o mesmo objetivo. Essa preferência se deve à possibilidade de encontrar em um ambiente comum indivíduos que compartilham o interesse por acordos não convencionais.
É importante destacar que o relacionamento aberto pressupõe consentimento mútuo e acordos claros entre os parceiros, diferenciando-se de traições ou decisões unilaterais.
Diferenças entre homens e mulheres
A pesquisa também apontou uma diferença significativa entre os gêneros: 78% dos usuários masculinos afirmaram que proporiam a abertura do relacionamento ao parceiro ou parceira, enquanto apenas 22% das usuárias consideram essa possibilidade.
Embora o estudo não explique as razões dessa disparidade, ela sugere que fatores culturais e expectativas de gênero influenciam a disposição para experimentar esse tipo de relação.
Experiências positivas entre praticantes
Entre os usuários que já vivem um relacionamento aberto, mais da metade relatou que a experiência consensual com outra pessoa teve impacto positivo em sua vida amorosa. Desses, 79% manifestaram interesse em repetir a experiência, enquanto 21% preferem não continuar.
Além disso, 84% dos praticantes afirmaram que o relacionamento aberto contribuiu para melhorar sua vida sexual, aumentando a abertura para discutir desejos e a frequência das relações, segundo o levantamento.
“Existe uma mudança de paradigma. Cada vez mais as pessoas estão se encorajando a buscar outras alternativas e experiências, mas em comum acordo com seus parceiros”, afirma Anabella Santos, porta-voz do Second Love para a América Latina.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



