Salão Rio de Interiores debate casas, cidades e futuro
Evento no Rio reúne arquitetura, design e tecnologia para discutir bem-estar e sustentabilidade
Como os espaços onde vivemos influenciam o bem-estar, os vínculos e até o futuro das cidades? Essa é uma das perguntas centrais do 4º Salão Rio de Interiores, que acontece de 25 a 27 de agosto, na sede do IAB-RJ, no Rio de Janeiro. Com o tema “Interiores Regenerativos: do Habitar ao Pertencer”, o evento reúne profissionais brasileiros e internacionais de arquitetura, design, tecnologia e cultura.
A programação propõe uma jornada em três escalas: indivíduo, cidade e planeta. Na prática, a ideia é mostrar que pensar em interiores vai muito além de escolher cores, móveis ou acabamentos. As decisões tomadas dentro de uma casa, de um escritório ou de um espaço coletivo também podem afetar a saúde, a qualidade de vida, as relações e o impacto ambiental.
Primeiro dia olha para o bem-estar dentro dos espaços
Na terça-feira, 25 de agosto, o foco será a relação entre ambientes, memória, pertencimento e qualidade de vida. A abertura institucional está marcada para as 14h, com a participação de Marcela Abla, presidente do IAB-RJ; Sonia Lopes, presidente da AsBEA-RJ; e Sydnei Menezes, presidente do CAU/RJ.
Às 15h, a Junta Arquitetura apresenta o projeto de implantação e o layout do próprio evento. A palestra aborda escolhas de materialidade e sistema construtivo orientadas pela sustentabilidade e pela economia circular, incluindo montagem, desmontagem e reaproveitamento de materiais.
O design brasileiro também entra em cena às 16h, em uma conversa sobre como móveis e objetos carregam histórias, afetos e identidade cultural. Participam Marina Otte, Gabriel Rosa e Eduardo Trevisan, com mediação de Virgínia Lamarco. Às 19h, Patrícia Anastassiadis fala sobre hospitalidade como referência para criar ambientes mais acolhedores e voltados ao bem-estar.
Arquitetura, políticas públicas e regeneração urbana
Na quarta-feira, 26, o debate se amplia para a escala da cidade. A programação aborda a formação de novos profissionais, o papel da arquitetura de interiores no ensino e a preparação para transformações sociais, ambientais e tecnológicas.
Também estão previstos encontros sobre habitação de interesse social, desenvolvimento comunitário, regeneração urbana e políticas públicas. O dia termina com uma discussão sobre arquitetura, paisagem, recuperação ambiental e biodiversidade nos territórios urbanos.
O que está em jogo no último dia
Na quinta-feira, 27, o salão chega à escala do planeta. A programação discutirá inovação, inteligência artificial, diversidade, sustentabilidade e pesquisa, relacionando escolhas projetuais aos desafios ambientais, climáticos e tecnológicos.
Para quem acompanha decoração, arquitetura e formas mais conscientes de morar, o evento oferece uma perspectiva interessante: o interior de um ambiente não é apenas cenário. Ele participa da maneira como as pessoas vivem, convivem e se relacionam com o mundo.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



