CASACOR ES 2026 destaca casas que acolhem e conectam

Com MDF em 23 ambientes, a mostra capixaba explora madeira, cores e memória para repensar o jeito de morar e conviver dentro de casa.

Na CASACOR Espírito Santo 2026, a casa é vista como um espaço de encontros, descanso, intimidade e construção de memórias. A Placas do Brasil marca presença em 23 ambientes da mostra, integrando projetos variados como lofts, salas, suítes, cozinhas e livings. Nesses espaços, os painéis de MDF vão além da função prática, ajudando a criar atmosferas acolhedoras, delimitar identidades e reforçar sensações de pertencimento.

Os padrões amadeirados, as cores e os lançamentos da Coleção Botânica percorrem os projetos, que valorizam o desacelerar, o compartilhar, o descanso, a criação e a convivência. Essa diversidade evidencia as múltiplas possibilidades de aplicação dos materiais da marca na arquitetura de interiores.

Ambientes para desacelerar e se reconectar

O Espaço Casa Mivita, assinado por Max Mello, inspira-se no conceito de Vita Lenta para propor uma arquitetura intimista que valoriza memórias afetivas, acolhimento e identidade, com cores profundas e materiais naturais. A Sala Relax, também parte do projeto, é dedicada ao bem-estar, reunindo espaços para yoga, meditação, leitura, música e preparo de chás, com forro em MDF Acácia que reforça o conforto.

O Estar Pulsar, de Fernando Zacché, utiliza o padrão Nogueira Arroio em um ambiente contemporâneo e acolhedor, equilibrando emoção e funcionalidade por meio de materiais naturais, iluminação e texturas. Já a Suíte Alma, projetada por Daniel Marques e Luís Piumbini, destaca o Jequitibá Rei ao lado de superfícies claras e iluminação pontual, criando um espaço de introspecção e bem-estar.

Quartos e salas que expressam identidade

A Suíte da Adolescente, de Priscila Maciel, combina os padrões Acácia e Pitanga em uma composição de tons quentes, formas suaves e iluminação delicada, refletindo a fase de construção da identidade e imaginação. A Sala de TV De Volta, de Débora Bicalho, integra Jacarandá e Freijó com tecidos, tapetes e elementos naturais para criar um ambiente acolhedor onde o audiovisual promove experiências emocionais.

O Living Maria, de Cris Locatelli, homenageia memórias familiares com mobiliário artesanal, obras de arte e o padrão Jacarandá, celebrando encontros e vínculos afetivos. O Lounge JD, assinado por Isabela Castello, Flavia Abaurre e Letícia Abaurre, presta homenagem à trajetória de João Dalmácio Castello Miguel, fundador do Hotel Porto do Sol, conectando memória, arte e hospitalidade.

A cozinha como coração da casa

Na Cozinha André Pimenta, Dani Mazega utiliza o padrão Carvalho Tupi no interior dos armários e gavetas, destacando a cozinha como espaço de encontros e preparo dos alimentos, tratado como um ritual de afeto e convivência. O projeto valoriza materiais naturais e iluminação acolhedora para transformar o ambiente em um cenário de conexão.

Além de lofts, estúdios, salas e suítes, a mostra apresenta diferentes formas de traduzir o bem-estar no décor. Os ambientes sugerem que morar bem envolve reconhecer histórias, hábitos e relações que dão sentido à casa, mais do que seguir um estilo único.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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