Envelhecimento saudável: por que começar a prevenção cedo
Alerta da OMS reacende o debate sobre viver mais com autonomia, saúde e qualidade de vida em todas as fases da vida.
Viver mais não significa, necessariamente, viver com saúde. Um alerta recente da Organização Mundial da Saúde (OMS) destacou que o aumento da longevidade nem sempre vem acompanhado de qualidade de vida, evidenciando a estagnação no ganho da expectativa de vida saudável, platôs nas taxas de redução da mortalidade e disparidades crescentes entre populações. Esse cenário reacende a discussão sobre a importância da prevenção no envelhecimento.
O alerta da OMS reforça a tese defendida pela vice-presidente do Supera — Estimulação Cognitiva, Bárbara Perpétuo, de que viver mais só faz sentido se for viver melhor. “A longevidade traz uma oportunidade de repensar a prevenção. Quanto mais cedo incorporamos hábitos saudáveis, maior a possibilidade de chegar às próximas fases da vida com mais autonomia, funcionalidade e qualidade de vida”, afirma.
Para Bárbara, o desafio está em mudar a lógica do cuidado, que atualmente é reativo, para um modelo contínuo e preventivo. “O grande desafio é mudar a lógica de ‘cuidar quando aparece um problema’ para ‘cuidar continuamente’, para garantir um envelhecimento ativo e saudável.”
Prevenção cognitiva como parte da rotina
A prevenção cognitiva envolve atividades que estimulam a aprendizagem, a atenção, a memória e a capacidade de resolver problemas. Esse cuidado não deve ser exclusivo para pessoas idosas, mas sim uma prática incorporada ao longo da vida para promover um envelhecimento ativo e autônomo.
Envelhecer bem envolve saúde, aprendizagem e participação
A gerontóloga Thais Bento Lima, parceira científica do Supera, destaca que o envelhecimento é um processo contínuo que requer investimentos em saúde, aprendizagem, participação e segurança desde as fases iniciais da vida. “Quanto antes forem potencializadas as oportunidades de saúde, de aprendizagem, de participação e de segurança, maiores serão as chances de um indivíduo alcançar uma velhice saudável e com projetos de vida”, explica.
Thais ressalta que a responsabilidade pelo envelhecimento ativo deve ser compartilhada entre o poder público, profissionais de saúde e cada indivíduo. Políticas públicas eficazes são essenciais para garantir o acesso a práticas preventivas, especialmente para populações com menos recursos.
Ela ainda enfatiza que “uma sociedade inclusiva à pessoa idosa é uma sociedade digna para todas as idades”, ressaltando que preparar-se para envelhecer bem também significa construir uma sociedade mais acessível e participativa no presente.
O papel da estimulação cognitiva
O Supera é uma empresa brasileira de estimulação cognitiva, fundada há 20 anos, com mais de 250 unidades em todo o país. Sua metodologia pioneira oferece atividades variadas, com novidades e desafios adequados às diferentes faixas etárias, e foi validada por estudo científico conduzido por pesquisadores da USP. O método visa desenvolver habilidades cognitivas e socioemocionais fundamentais para a vida diária de crianças, adolescentes, adultos e idosos.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



