OZIVY lidera vendas de semaglutida no Brasil em julho
Medicamento da EMS vendeu 200 mil unidades e impulsionou mercado de GLP-1
Em julho de 2026, o medicamento OZIVY, à base de semaglutida e produzido pela EMS, destacou-se no mercado brasileiro ao liderar as vendas da molécula, com 200 mil unidades comercializadas. Esse desempenho representou um crescimento de 264,55% em relação ao mês anterior, garantindo ao produto 28% de participação no segmento em seu primeiro mês completo no mercado, segundo dados da auditoria CloseUp.
Semaglutida supera tirzepatida em volume
O avanço do OZIVY contribuiu para uma mudança significativa na participação de mercado dos principais medicamentos da categoria GLP-1. A semaglutida aumentou sua fatia de 49% em junho para 56% em julho, enquanto a tirzepatida recuou para 44%. Essa retomada da semaglutida ocorre após meses de retração e está associada, entre outros fatores, à chegada de uma opção fabricada no Brasil.
Ampliação do acesso e novos usuários
Dados da Dunnhumby indicam que cerca de 65% dos pacientes que utilizaram o OZIVY eram novos usuários da categoria GLP-1, sugerindo que o medicamento alcançou pessoas que antes não tinham acesso a esse tipo de tratamento. O material não detalha os critérios para essa classificação.
Além do volume, o OZIVY alcançou a quinta posição no ranking geral de medicamentos da indústria farmacêutica em faturamento, movimentando R$ 91.458.702, com um aumento de 268,16% em relação ao mês anterior.
Posicionamento da EMS e produção nacional
Marcus Sanchez, vice-presidente da EMS, afirmou que a expansão do OZIVY está alinhada à missão da empresa de oferecer opções acessíveis e seguras, contribuindo para combater o uso de produtos ilegais e contrabandeados. A EMS também destaca que, em 2024, inaugurou a primeira fábrica de peptídeos do Brasil, com capacidade para produzir análogos de GLP-1, como liraglutida e semaglutida, ampliando o acesso ao tratamento da obesidade e diabetes tipo 2.
Considerações sobre o uso
Medicamentos à base de semaglutida são indicados para o tratamento de condições como obesidade e diabetes tipo 2, mas seu uso deve ser sempre orientado por avaliação médica individual. O crescimento nas vendas não implica que o medicamento seja adequado para todos os pacientes, nem substitui a necessidade de consulta, prescrição e acompanhamento profissional.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



