“Escolite”: por que a criança fica mais doente na escola?
Campanha de Novalgina Infantil esclarece sintomas comuns da adaptação escolar e orienta sobre avaliação médica
Seu filho começou a frequentar a escola e parece estar sempre com febre, dor ou algum mal-estar? A expressão popular “escolite” é usada para descrever esse conjunto de sintomas que pode surgir durante a adaptação escolar. Embora não seja uma doença específica, o termo ajuda a nomear uma situação comum na rotina de muitas famílias.
Para ampliar a conversa sobre o tema, Novalgina Infantil lançou em agosto de 2026 uma campanha educativa nas redes sociais. A iniciativa reúne conteúdos com médicos e influenciadores para orientar pais e responsáveis sobre os desafios desse período, destacando a importância de buscar avaliação médica quando necessário.
Por que os sintomas aparecem?
Ao iniciar ou retomar a escola, a criança passa a conviver mais de perto e com maior frequência com outras crianças. Esse aumento do contato coletivo favorece a circulação de vírus e bactérias, tornando mais comuns episódios de resfriados, viroses e febre, especialmente nos primeiros meses de creche ou escola.
Além disso, a mudança de ambiente e a construção de uma nova rotina podem afetar o bem-estar infantil. O processo de adaptação pode estar relacionado a manifestações físicas ligadas ao estresse, como dores de cabeça e dores no corpo, conforme apresentado na campanha.
“Muitos pais têm a impressão de que a criança ‘vive doente’ quando começa a frequentar a escola, e isso realmente tem uma explicação. A convivência com outras crianças aumenta a circulação de vírus, principalmente no primeiro ano de creche ou escola, ou sempre que há um período de readaptação à rotina escolar”, explica o pediatra Dr. Flávio Melo, consultor médico para a Opella.
Quando procurar orientação médica?
Embora o tema ganhe mais visibilidade na volta às aulas, os sintomas podem aparecer em diferentes momentos do ano. Por isso, a recomendação é acompanhar a evolução do quadro e observar como a criança está se sentindo, sem atribuir automaticamente toda febre ou dor à adaptação escolar.
“O mais importante é que os pais saibam que esse período faz parte do desenvolvimento da criança, mas também estejam atentos aos sinais que indicam a necessidade de uma avaliação médica. Em casos de febre e dor, é fundamental seguir as orientações de um profissional de saúde para garantir o cuidado adequado”, afirma Melo.
A campanha reforça que cada criança tem seu próprio tempo de adaptação. Manter atenção aos sintomas, respeitar esse processo e contar com orientação profissional são medidas importantes para atravessar essa fase com mais segurança e tranquilidade.
Segundo Juliana Mendes, Líder de Marketing de Novalgina na Opella, o objetivo é oferecer informação confiável às famílias diante de situações comuns, como febre e dor, que podem surgir em diferentes momentos da rotina escolar.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



