Cérebro sortudo: 5 hábitos para reconhecer oportunidades
Livro da neurocientista Nobuko Nakano explica como mentalidade, autoconhecimento e conexões positivas podem mudar a relação com a sorte.
Você já teve a sensação de que algumas pessoas parecem estar sempre no lugar certo, na hora certa? Para a neurocientista japonesa Nobuko Nakano, a chamada sorte pode ter menos relação com o acaso absoluto e mais com a maneira como interpretamos experiências, percebemos oportunidades e reagimos aos imprevistos.
Essa é a proposta de A ciência da sorte, livro lançado pela Principium, selo de autoajuda e desenvolvimento pessoal da Globo Livros. Com base em pesquisas sobre cérebro, comportamento e emoções, a autora investiga o que há em comum entre pessoas consideradas sortudas.
O que seria um “cérebro sortudo”?
Na visão apresentada pela autora, ser sortudo não significa viver sem problemas ou escapar de todas as situações difíceis. A diferença está na resposta dada a esses acontecimentos: algumas pessoas conseguem enxergar possibilidades, aprender com os obstáculos e tomar decisões que ampliam suas chances de encontrar bons caminhos.
“Ser sortudo não é apenas uma questão de ser abençoado pela sorte; envolve tomar certas ações e cultivar uma mentalidade que favorece a sorte”, afirma Nobuko Nakano no material de divulgação da obra.
Isso não significa controlar tudo o que acontece. A ideia é desenvolver uma postura mais preparada para reconhecer oportunidades quando elas aparecem — inclusive em situações que, à primeira vista, parecem apenas negativas.
5 atitudes associadas a uma vida mais afortunada
- Autoconhecimento: entender emoções, padrões de comportamento e limites pode ajudar a fazer escolhas mais conscientes.
- Gratidão: valorizar aspectos positivos da rotina muda o foco da atenção e favorece uma percepção mais ampla da própria experiência.
- Coragem: assumir riscos calculados e experimentar alternativas pode abrir espaço para novas possibilidades.
- Conexões positivas: relações construtivas aparecem no livro como parte importante de uma vida mais feliz e realizadora.
- Aprendizado com as dificuldades: interpretar desafios como oportunidades de crescimento pode tornar a reação aos imprevistos mais construtiva.
Sorte não é esperar passivamente
O convite central de A ciência da sorte é abandonar a ideia de que uma mudança precisa chegar apenas de fora. Pequenos hábitos e mudanças de perspectiva podem alterar a forma como cada pessoa se relaciona com o mundo e identifica caminhos possíveis.
Nascida em Tóquio, Nobuko Nakano concluiu o doutorado no Departamento de Neurociência da Escola de Pós-Graduação em Medicina da Universidade de Tóquio e é professora da Universidade Internacional de Tohoku. Ela também é curadora do Museu de Arte Mori, uma importante instituição dedicada à arte contemporânea mundial.
O livro tem 135 páginas e foi lançado em 6 de julho de 2026. A tradução é de Lui Navarro.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



