Serviços domésticos ganham padrão profissional no Brasil
Busca por segurança, treinamento e praticidade impulsiona redes especializadas em limpeza residencial e empresarial no país.
Encontrar ajuda para cuidar da casa deixou de ser apenas uma questão de disponibilidade. Para muitas famílias, fatores como confiança, segurança, qualidade previsível e facilidade para resolver imprevistos passaram a ser decisivos na escolha do serviço doméstico. Essa mudança de comportamento tem impulsionado a profissionalização do setor no Brasil.
O país conta com cerca de 5,6 milhões de trabalhadores domésticos, segundo a PNAD Contínua de março de 2026, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar da relevância econômica e social, uma parcela significativa da atividade ainda é exercida de forma informal. Em 2025, a taxa anual de informalidade caiu para 38,1%, o menor nível dos últimos anos, favorecendo modelos de prestação de serviços que oferecem segurança, qualificação e padronização.
O que mudou na contratação de serviços
Hoje, o consumidor não busca apenas alguém para executar a limpeza. A expectativa inclui profissionais treinados, protocolos de atendimento, padronização e respaldo diante de situações inesperadas.
“Ele já não busca apenas alguém para executar a limpeza. Procura confiança, profissionais treinados, respaldo em caso de imprevistos e um padrão de qualidade. Esses fatores estão impulsionando a profissionalização do setor”, afirma Felipe Buranello, CEO da Maria Brasileira, maior rede de serviços residenciais e empresariais do país.
Esse movimento acompanha transformações na rotina das famílias, como a maior participação das mulheres no mercado de trabalho, a agenda mais intensa, o envelhecimento da população e a valorização do tempo livre, que ampliam a demanda por empresas especializadas.
“Contratar um serviço profissional deixou de ser um luxo e passou a ser uma solução para quem busca praticidade, previsibilidade e tranquilidade”, avalia Buranello.
Treinamento vira diferencial
A profissionalização envolve mais do que o uso de produtos de limpeza. Redes estruturadas investem em treinamento técnico, atendimento, protocolos operacionais e boas práticas de segurança.
“Quando existe qualificação contínua, todos ganham: o profissional amplia suas oportunidades, o cliente recebe um serviço de melhor qualidade e o setor se fortalece”, destaca o executivo.
Para quem contrata, a padronização facilita a escolha e torna a experiência mais previsível. Para os profissionais, a capacitação amplia as possibilidades de atuação em serviços residenciais e empresariais.
Mercado residencial e corporativo
A Maria Brasileira possui mais de 520 unidades distribuídas por todos os estados do país e realiza mais de 1 milhão de atendimentos por ano. Além da limpeza residencial, oferece serviços empresariais, pós-obra, passadoria e limpeza especializada de vidros, entre outros.
O segmento corporativo tem ganhado espaço na estratégia da empresa, com a expectativa de que os serviços para empresas representem cerca de 60% do faturamento da rede até o fim de 2026.
Esse cenário indica que a contratação de serviços domésticos é cada vez mais uma decisão de gestão da rotina. Para os consumidores, isso significa buscar não apenas alguém para limpar, mas uma solução que combine praticidade, confiança e organização.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



