Férias de julho: 48% dos pais vão cortar gastos
Pesquisa com quase 31 mil pais revela impacto do fim da Copa no orçamento e na rotina familiar
Com o fim da Copa, quase metade dos pais brasileiros (48%) planeja apertar o orçamento durante a segunda metade das férias escolares de julho. Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada pela fintech meutudo, que ouviu quase 31 mil pais com filhos em idade escolar em julho de 2026.
O levantamento revela que a contenção financeira nas férias não é uma reação isolada ao término do torneio, mas sim parte de um padrão já existente. Antes mesmo do fim da Copa, 68% dos pais afirmavam não investir em cursos ou colônias de férias, e entre os que investem, o valor mais comum é até R$ 300. Na primeira fase da pesquisa, 41% dos entrevistados declararam não destinar nenhum recurso para atividades pagas durante o recesso escolar.
Preço é o principal critério na escolha das atividades
Para a maioria dos pais, o custo é o fator decisivo na hora de escolher as atividades para os filhos durante as férias. Apenas 39% indicaram que diversão e aprendizado superam o preço como critério principal. Entre os que pretendem gastar, 28% planejam investir entre R$ 501 e R$ 1.000, enquanto 19% ainda não sabem o valor que irão desembolsar.
Esse cenário evidencia que, apesar do desejo de proporcionar momentos de lazer e aprendizado, as famílias brasileiras enfrentam limitações orçamentárias que influenciam suas escolhas.
Conciliar trabalho e cuidado dos filhos é desafio para a maioria
Além das restrições financeiras, a pesquisa aponta que 55% dos pais continuam trabalhando normalmente enquanto os filhos estão em casa durante as férias. Esse mesmo percentual considera a conciliação entre trabalho e cuidado das crianças como a maior dificuldade do período.
O desafio é ainda maior para 67% dos pais que cuidam sozinhos da rotina dos filhos, sem dividir essa responsabilidade com um parceiro ou parceira. Assim, as férias escolares de julho são marcadas por duas pressões simultâneas: o orçamento apertado e a necessidade de equilibrar trabalho e cuidado infantil.
Com esse contexto, as famílias tendem a buscar opções de atividades que ofereçam um bom custo-benefício, garantindo o bem-estar dos filhos sem comprometer a organização financeira e doméstica.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



