Paraná amplia acesso à insulina glargina no SUS para idosos a partir de 70 anos
Nova remessa de canetas reutilizáveis deve chegar em agosto para ampliar distribuição
O Paraná está ampliando o acesso à insulina glargina pelo Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo agora idosos a partir de 70 anos com diabetes tipo 1 ou tipo 2. A ampliação ocorre após o Estado ter sido selecionado pelo Ministério da Saúde para um projeto-piloto que iniciou em fevereiro.
Até julho, 2.935 pacientes já haviam iniciado o tratamento com a insulina de ação prolongada, que permite, na maioria dos casos, apenas uma aplicação diária, facilitando o controle da doença. Inicialmente, o programa atendia idosos com 80 anos ou mais e crianças e adolescentes de 2 a 17 anos com diabetes tipo 1.
Distribuição e logística
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) já distribuiu 19.891 canetas reutilizáveis para as 22 Regionais de Saúde do Paraná. A ampliação da oferta depende da chegada de um novo lote com 6.354 canetas, prevista para agosto, quando a distribuição será ampliada conforme o novo público-alvo.
Embora o Ministério da Saúde tenha anunciado a expansão nacional da insulina glargina, no Paraná a medida não se reflete imediatamente, pois o Estado já havia recebido e distribuído os insumos anteriormente.
Vantagens da insulina glargina
Este medicamento representa um avanço no tratamento do diabetes, pois sua ação prolongada reduz a necessidade de múltiplas aplicações diárias, comuns em outros esquemas terapêuticos. Isso contribui para um controle glicêmico mais estável, diminuição dos episódios de hipoglicemia e maior adesão ao tratamento.
Como acessar o medicamento
O acesso à insulina glargina começa na Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência, onde o paciente deve apresentar receita médica emitida por profissional habilitado. Uma equipe multiprofissional avalia a possibilidade de transição da insulina NPH para a glargina, considerando o quadro clínico individual.
Durante o processo, o paciente recebe orientações sobre a aplicação correta, técnica de injeção e armazenamento do medicamento. A caneta reutilizável fornecida junto à insulina tem validade de três anos. A migração para o novo tratamento ocorre de forma gradual e controlada na Atenção Primária à Saúde, com apoio técnico contínuo da Sesa aos municípios para garantir padrões consistentes no atendimento.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



