Gabi Fernandes lança projeto que une pagode e sertanejo
“Pagonejo na Sala” estreia com Marília Tavares e Atitude 67 em um EP audiovisual com três faixas e novos episódios previstos.
O encontro entre pagode e sertanejo ganhou um novo cenário: a sala de casa. Gabi Fernandes estreou o projeto audiovisual “Pagonejo na Sala” com a participação de Marília Tavares e do grupo Atitude 67. O primeiro EP reúne três faixas e inaugura uma série de lançamentos que pretende aproximar artistas dos dois gêneros em um ambiente mais descontraído e intimista.
Disponível nas plataformas digitais via ONErpm, o “PAGONEJO NA SALA, EP.1” traz as músicas “Cê Tá Certa”, “Mão Boba” e “Um Beat Só”. A faixa de destaque é “Cê Tá Certa”, parceria de Gabi com Marília Tavares e Atitude 67.
Uma mistura sem fronteiras
A proposta do projeto é reunir, em cada episódio, um nome do sertanejo e outro do pagode. O formato combina uma regravação de cada gênero com uma música inédita, criando encontros musicais que transitam entre o groove do pagode e as narrativas emocionais do sertanejo.
Em “Cê Tá Certa”, essa combinação aparece em uma história de traição contada por um caminho diferente do esperado. Em vez de apostar apenas na raiva ou na sofrência, a canção usa ironia e autoconhecimento. A composição é assinada por Lary, Billy SP, Caco Nogueira e Eric.
Para Gabi Fernandes, a escolha da sala tem relação com a ideia de acolhimento e espontaneidade. “A sala é onde a gente recebe os amigos, onde as conversas mais honestas acontecem, onde as ideias surgem sem hora marcada. A sala tem um jeito de deixar as pessoas à vontade que nenhum outro ambiente tem”, explica a artista.
Projeto terá quatro EPs
O “Pagonejo na Sala” será formado por quatro EPs, lançados ao longo dos próximos meses. Além do primeiro encontro, a série contará com outras combinações de artistas:
- Luiza Martins e Inimigos da HP;
- Muierada e Marvvila;
- Day & Lara e Ayla.
Com cerca de seis anos de dedicação à construção de uma identidade no pagonejo, Gabi Fernandes apresenta o projeto como uma extensão de sua trajetória no sertanejo e no pagode. A artista é cantora e compositora de Ribeirão Preto e idealizou o formato audiovisual em episódios.
“Nenhuma história acontece do nada. Primeiro ela é vivida, e depois é contada. Estamos vivendo a construção dessa história agora, e um dia vamos contar tudo isso”, compartilha Gabi.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



