Frio impulsiona busca por soro e sprays nasais nas farmácias
Farmácias App registra pico de procura entre abril e julho, com destaque para produtos infantis e cuidados respiratórios
Com a mudança para as estações mais frias, o comportamento dos consumidores brasileiros nas farmácias sofre alterações significativas, especialmente no que diz respeito aos cuidados respiratórios. Dados do Farmácias App revelam um aumento consistente na procura por soros fisiológicos, sprays nasais e outros produtos voltados à higiene nasal entre os meses de abril e julho, período que coincide com o outono e o inverno.
Produtos mais procurados e seus usos
O levantamento aponta dois perfis distintos de consumo. O soro fisiológico é adquirido de forma recorrente, sendo utilizado para prevenção, higiene e hidratação das vias respiratórias. Já os sprays nasais são buscados em momentos específicos, geralmente durante crises alérgicas, congestão nasal ou desconfortos respiratórios relacionados ao clima.
Além desses, a chamada “cesta respiratória” — que inclui antialérgicos, antigripais, expectorantes e termômetros — também apresenta aumento nas vendas, refletindo a maior atenção ao cuidado familiar, especialmente para crianças e idosos, grupos mais vulneráveis às mudanças climáticas.
Impacto nas famílias com crianças
O material destaca ainda a forte presença de produtos infantis nesse período, como soros fisiológicos pediátricos, sprays nasais infantis e aspiradores nasais. Isso evidencia que famílias com filhos pequenos são particularmente afetadas pela sazonalidade respiratória, reforçando a importância do cuidado preventivo.
Geograficamente, a maior procura por esses produtos concentra-se nas regiões Sul e Sudeste, com destaque para os estados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, onde as temperaturas mais baixas e o clima seco são mais intensos durante o outono e inverno.
Fatores que explicam a alta demanda
O aumento na procura está relacionado a fatores como o clima seco, a maior permanência em ambientes fechados, a poluição e a circulação de vírus respiratórios. Segundo informações do Ministério da Saúde e da Fundação Oswaldo Cruz, essas condições favorecem o surgimento e agravamento de gripes, resfriados e crises alérgicas durante as estações frias.
Essa realidade tem levado a uma mudança no comportamento do consumidor, que passou a incorporar produtos de higiene nasal como parte da rotina preventiva, buscando maior bem-estar e proteção contra doenças respiratórias.
É importante ressaltar que, em casos de sintomas persistentes, crises respiratórias ou uso frequente de medicamentos, a orientação médica é fundamental para evitar riscos à saúde decorrentes da automedicação.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



