Alergias podem atingir metade da população até 2030

No Dia Mundial da Alergia, especialistas alertam para diagnóstico precoce, impacto na infância e crescimento dos casos no Brasil.

No Dia Mundial da Alergia, celebrado em 8 de julho, o recado é direto: alergias não são um incômodo passageiro e podem impactar sono, rotina, desempenho escolar e qualidade de vida. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, até 2030, metade da população mundial poderá apresentar algum tipo de alergia respiratória, alimentar ou de pele.

Hoje, a Organização Mundial da Alergia (WAO) calcula que entre 30% e 40% das pessoas no planeta convivem com essas condições. Entre os fatores associados ao aumento dos casos estão urbanização, mudanças climáticas, alterações ambientais e poluição atmosférica.

Brasil já soma 61 milhões de pessoas com alergia

No país, cerca de 61 milhões de pessoas convivem com algum tipo de alergia. O movimento de busca por atendimento especializado acompanha esse cenário: um levantamento do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) aponta crescimento de 42,1% nas consultas ambulatoriais com alergistas e imunologistas entre 2019 e 2022.

Entre as doenças alérgicas mais comuns estão rinite alérgica, asma, dermatite atópica, urticária, alergias alimentares, alergias a medicamentos e reações a venenos de insetos. Segundo o material, a rinite é a forma mais frequente e pode comprometer o sono, a concentração e o desempenho escolar e profissional. Já a asma alérgica envolve inflamação crônica das vias aéreas e, em casos graves, pode representar risco de morte.

Infância merece atenção redobrada

Na infância, a rinite alérgica aparece com frequência e tem forte componente hereditário. Crianças com ambos os pais alérgicos têm risco estimado entre 50% e 70% de desenvolver a condição. Os sinais mais comuns incluem espirros repetidos, coriza transparente, coceira no nariz, nos olhos e na garganta, além de obstrução nasal persistente.

O alerta também vale para sinais físicos, como olheiras, a chamada 22saudaE7E3o alE9rgica22 2D a linha horizontal no nariz causada pelo hE1bito de esfregE1-lo 2D e a respiraE7E3o pela boca, principalmente durante o sono. Quando os sintomas sE3o contEDnuos, a orientaE7E3o do material E9 buscar avaliaE7E3o pediE1trica.

Os especialistas citados explicam que as doenE7as alE9rgicas podem mudar ao longo do crescimento, em um processo chamado marcha atF3pica. Nos primeiros anos de vida, sE3o mais comuns alergias alimentares e dermatite atF3pica; depois, ganham espaE7o as alergias respiratF3rias, especialmente asma e rinite.

Como reduzir riscos e evitar agravamentos

Entre as medidas apontadas estE3o aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses, evitar a exposiE7E3o ao cigarro durante a gestaE7E3o e apF3s o nascimento, manter a casa ventilada, controlar a umidade e reduzir mofo e irritantes ambientais. O texto tambE9m destaca que ambientes com poeira, E1caros, fungos, pelos e penas de animais podem favorecer a hiperssensibilizaE7E3o em pessoas predispostas.

Ou seja: quanto antes a alergia for reconhecida e tratada, menores as chances de complicaE7F5es. E, com nFAmeros em alta, entender os sinais pode fazer diferenE7a jE1 na infE2ncia.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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