Maçã no pré-treino: por que a fruta ganha destaque
Imagem de Vinícius Júnior antes de uma partida reacende o interesse pelos benefícios da maçã como lanche prático e energético.
Uma cena simples virou assunto entre torcedores e amantes de esportes: Vinícius Júnior apareceu consumindo uma maçã pouco antes de uma partida da Copa do Mundo de 2026. A imagem chamou atenção não só pelo peso do nome envolvido, mas também por lembrar que a alimentação pré-treino pode fazer diferença na disposição dentro de campo — ou na rotina de quem pratica atividade física.
A maçã costuma ser lembrada como uma opção prática para esse momento porque reúne carboidratos naturais, água, fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes. Na prática, isso significa energia de forma gradual, boa hidratação e um alimento que tende a ser leve para a digestão, especialmente antes de exercícios.
Por que a maçã aparece no pré-treino
Segundo a nutricionista Tatiana Flores, a fruta pode ser uma alternativa interessante antes da atividade física. Ela explica que a maçã fornece carboidratos de fácil digestão, ajuda a disponibilizar energia sem causar desconforto gastrointestinal e, por ter bastante água, também contribui para a hidratação.
“A maçã fornece carboidratos de fácil digestão, que ajudam a disponibilizar energia para a atividade física sem causar desconforto gastrointestinal. Seu elevado teor de água contribui para a hidratação, enquanto os antioxidantes naturais auxiliam na redução do estresse oxidativo gerado pelo exercício. Dependendo da intensidade da atividade, ela pode ser consumida sozinha ou combinada com uma fonte de proteína, tornando o lanche ainda mais completo”, explica.
Ela também reforça que o melhor momento costuma ser entre 30 minutos e uma hora antes do exercício, sempre lembrando que desempenho não depende de um único alimento, mas de uma alimentação equilibrada e hábitos consistentes.
Safra brasileira deve ser histórica em 2026
Além do interesse gerado pela cena com o jogador, a fruta ganha destaque por outro motivo: o Brasil deve registrar em 2026 a maior safra de maçãs de sua história, superando 1,4 milhão de toneladas. Santa Catarina e Rio Grande do Sul seguem como os principais estados produtores.
De acordo com o diretor executivo da Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM), Moisés Lopes de Albuquerque, as condições climáticas favoreceram os pomares e resultaram em uma safra de excelente qualidade. Ele afirma que o consumidor encontra agora maçãs com crocância, coloração intensa, equilíbrio entre doçura e acidez e sabor mais marcante.
Outro ponto citado é o chamado “pingo de mel”, fenômeno natural em que parte dos açúcares se concentra na polpa, deixando a maçã ainda mais doce sem perder o equilíbrio característico da fruta.
Na rotina, a maçã continua sendo uma escolha acessível, versátil e fácil de levar na bolsa, na mochila ou para o treino. E, no fim das contas, a repercussão em torno de Vinícius Júnior só reforça uma ideia simples: escolhas pequenas também podem entrar na conversa quando o assunto é desempenho e bem-estar.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



