Clareamento dental: 4 mitos e verdades para saber
Especialista aponta o que pode e o que não pode durante o clareamento dental, incluindo café, cigarro e produtos “milagrosos”
O clareamento dental tornou-se um dos procedimentos estéticos mais procurados por quem deseja um sorriso mais branco e, consequentemente, mais autoconfiança. Com essa popularidade, surgem dúvidas frequentes: o que pode ou não ser consumido durante o tratamento? Fumantes podem realizar o procedimento? Produtos naturais realmente funcionam?
Segundo a Dra. Carolina Cardoso, Consultora Científica da FGM Dental Group, a saúde bucal deve sempre prevalecer sobre a estética. Para evitar riscos e garantir resultados satisfatórios, o acompanhamento de um cirurgião-dentista é fundamental.
Mitos e verdades sobre o clareamento dental
O consumo de café, vinho, refrigerante e alimentos com corantes prejudica o clareamento? Mito. Evidências científicas indicam que não é necessário restringir esses alimentos durante ou após o tratamento, desde que sejam utilizados produtos de qualidade e o procedimento seja supervisionado por um profissional. Estudos com a linha Whiteness da FGM Dental Group mostram resultados semelhantes em pacientes com dietas livres ou restritas a alimentos claros.
Fumantes podem fazer clareamento dental e obter bons resultados? Verdade. Fumantes conseguem alcançar resultados semelhantes aos não-fumantes. Contudo, o tabagismo pode reduzir a durabilidade do clareamento, pois tende a amarelar os dentes mais rapidamente. Manter uma boa higiene oral e realizar profilaxia são essenciais para prolongar os efeitos.
Produtos como carvão, cúrcuma, cremes dentais, gomas de mascar e enxaguantes clareiam os dentes? Mito. Esses produtos não possuem agentes clareadores em concentrações eficazes para penetrar na estrutura dental. Alguns podem ajudar na manutenção da higiene e dos resultados, mas não promovem clareamento. O carvão, por exemplo, é abrasivo e pode prejudicar o esmalte dentário.
Clareamento em consultório versus caseiro
O clareamento realizado em consultório pode ser tão eficaz quanto o caseiro, desde que siga as recomendações do dentista, geralmente envolvendo duas a três sessões clínicas. Os produtos modernos possuem formulações com pH neutro a levemente alcalino, o que ajuda a minimizar a sensibilidade dentária e a desmineralização do esmalte, além de garantir maior durabilidade dos resultados.
A supervisão profissional é indispensável para ajustar a concentração do gel clareador conforme a sensibilidade do paciente, prevenindo queimaduras gengivais e danos permanentes ao esmalte, riscos que podem ocorrer com o uso inadequado de produtos.
Para quem deseja clarear os dentes, a recomendação é desconfiar de promessas milagrosas e buscar orientação segura com um cirurgião-dentista. Assim, é possível conquistar um sorriso mais branco sem comprometer a saúde bucal.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



