Estudo reforça benefícios do bilinguismo para o cérebro desde a infância
Pesquisa da NYU destaca mecanismos neurais eficientes e amplia habilidades cognitivas em bilíngues
Aprender um segundo idioma pode trazer benefícios significativos para o cérebro, especialmente quando o contato com as línguas ocorre desde a infância. Um estudo recente conduzido por pesquisadores da Universidade de Nova York (NYU) e publicado em 15 de junho de 2026 na revista The Journal of Neuroscience aponta que pessoas bilíngues apresentam padrões cerebrais semelhantes ao utilizar diferentes idiomas. Isso indica que o cérebro desenvolve mecanismos neurais mais eficientes para processar informações e alternar entre contextos linguísticos.
Essa descoberta reforça observações feitas por educadores e especialistas, que destacam que o bilinguismo não se limita à comunicação. Ele está associado ao desenvolvimento de competências cognitivas importantes, como flexibilidade mental, resolução de problemas, capacidade de adaptação e ampliação da percepção cultural.
O que revela a pesquisa
De acordo com o estudo, indivíduos que dominam dois idiomas ativam áreas cerebrais semelhantes ao falar em qualquer uma das línguas, sugerindo que o cérebro cria conexões que facilitam a alternância entre idiomas e a organização das informações em diferentes contextos.
Esse estímulo é especialmente valioso na infância, período em que o aprendizado ocorre de forma mais integrada. Quando o segundo idioma é incorporado ao cotidiano escolar, e não tratado apenas como uma disciplina isolada, os benefícios cognitivos tendem a ser potencializados.
Educação bilíngue integrada
Na Escola Bilíngue Pueri Domus, parte do Grupo SEB, o contato com dois idiomas é integrado ao currículo desde os primeiros anos escolares, promovendo o desenvolvimento de competências acadêmicas, socioemocionais e interculturais.
Christina Sabadell, Head das Escolas Premium do Grupo SEB, destaca que a ciência confirma o que a prática educacional já evidencia: “O aprendizado de um segundo idioma não acontece de forma isolada. O cérebro cria conexões, transfere conhecimentos e desenvolve estruturas que favorecem a aprendizagem, a flexibilidade cognitiva e a compreensão de diferentes culturas. Mais do que formar alunos fluentes, uma escola bilíngue prepara cidadãos capazes de atuar em um mundo cada vez mais global e interconectado”.
Ela ressalta ainda que uma escola bilíngue verdadeira integra o idioma ao cotidiano, aos projetos e às experiências de aprendizagem, com o objetivo de formar cidadãos globais preparados para colaborar, inovar e dialogar com diferentes realidades culturais.
Formação global e visão de futuro
Além do bilinguismo, a Escola Bilíngue Pueri Domus oferece uma proposta pedagógica que conecta conhecimento, cultura e cidadania. Os estudantes participam de projetos acadêmicos, sociais e internacionais que estimulam protagonismo, pensamento crítico e visão multicultural.
A escola é uma das pioneiras no Brasil a oferecer o International Baccalaureate (IB), certificação reconhecida internacionalmente que prepara os alunos para desafios acadêmicos e profissionais em um contexto global.
Com 60 anos de história, a Pueri Domus atende mais de 3.500 alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio, com unidades nos bairros da Aclimação, Itaim, Perdizes e Verbo Divino, em São Paulo.
O estudo da NYU reforça a importância do bilinguismo como ferramenta para expandir repertório, autonomia e capacidade de adaptação desde a infância, preparando os estudantes para um mundo cada vez mais interconectado.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



