5 dicas para hidratar a pele no inverno
Dermatologista orienta como evitar ressecamento, descamação e o chamado efeito rebote com cuidados simples no frio.
Com a queda das temperaturas, a pele costuma sentir primeiro. O frio e o ar seco reduzem a oleosidade natural do corpo, favorecendo ressecamento, descamação e sensibilidade. Segundo a dermatologista e professora do curso de Medicina do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR), Tatiane Ayumi Tokashiki, o inverno funciona como uma espécie de “tempestade” contra a hidratação da pele.
Nesse período, a barreira cutânea perde mais facilidade para reter água, o que pode deixar a pele áspera, repuxando e até com fissuras. O problema é que, no frio, os sinais de desconforto podem demorar mais a aparecer, e muitas pessoas só percebem o dano quando o ressecamento já está avançado.
O que fazer para proteger a pele no inverno
A boa notícia é que alguns ajustes simples na rotina ajudam a preservar a saúde da pele. A especialista destaca cinco cuidados básicos:
1. Hidrate logo após o banho. O ideal é aplicar o creme nos primeiros três minutos depois de sair do chuveiro, aproveitando a pele ainda úmida para melhorar a absorção.
2. Use protetor solar todos os dias. Mesmo em dias nublados, a radiação ultravioleta continua ativa e pode contribuir para o envelhecimento precoce.
3. Dê atenção às áreas mais secas. Lábios, canelas, cotovelos e calcanhares pedem reforço extra, com produtos específicos quando necessário.
4. Escolha bem o hidratante. Ingredientes como ácido hialurônico e glicerina ajudam a atrair água, enquanto ceramidas e manteiga de karité ajudam a selar a hidratação. Em peles oleosas, a orientação é optar por fórmulas oil-free.
5. Não esqueça da hidratação interna. A recomendação é beber pelo menos dois litros de água por dia. No frio, chás sem açúcar, sopas e alimentos com alto teor de água também podem ajudar.
Erros que pioram o ressecamento
Alguns hábitos, muito comuns no inverno, podem agravar o problema. Banhos quentes e demorados removem a oleosidade natural da pele e podem provocar o chamado “efeito rebote”, com aumento da oleosidade depois. O uso excessivo de buchas, sabonetes e esfoliantes também fragiliza ainda mais a barreira cutânea.
Outro deslize frequente é esquecer o filtro solar por achar que só ele faz sentido no calor. A radiação UVA atravessa nuvens e vidros, e continua atuando mesmo nos dias mais frios. Além disso, sedentarismo e estresse elevam o cortisol, hormônio que prejudica a barreira e a cicatrização da pele.
Para atravessar o inverno com mais conforto, vale simplificar a rotina e observar os sinais do corpo. Quando a pele começa a repuxar, descamar ou ficar sensível, é sinal de que precisa de atenção imediata.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



