Inverno pede atenção a vitaminas e minerais da imunidade

Vitamina D, vitamina C, zinco e selênio ganham destaque nos meses frios, quando gripes e resfriados tendem a aumentar.

Com a chegada do inverno, aumenta a preocupação com gripes, resfriados e outras infecções respiratórias. Nesse cenário, a atenção a alguns nutrientes ganha força: vitamina D, vitamina C, zinco e selênio são citados como aliados importantes do sistema imunológico nos meses mais frios.

A explicação é da pesquisadora e gerente de Inovação e Pesquisa Clínica da Prati-Donaduzzi, Emanuelle Menegazzo Webler, que aponta um conjunto de fatores típicos da estação: menos exposição solar, mais tempo em ambientes fechados e mudanças que podem interferir no equilíbrio nutricional do organismo.

Por que esses nutrientes entram no radar

Segundo o material, esses nutrientes exercem funções essenciais para o funcionamento adequado do sistema imune. Quando há deficiência, a resposta de defesa do organismo pode ficar comprometida.

A vitamina D costuma ser uma das mais impactadas no inverno, já que sua produção depende principalmente da exposição da pele à luz solar. Além de participar da imunidade, ela também está relacionada à saúde muscular e à manutenção dos ossos.

Já a vitamina C é lembrada pela ação antioxidante e por auxiliar o funcionamento das células de defesa. O zinco, por sua vez, é um mineral essencial para o desenvolvimento e a atuação adequada do sistema imunológico. Sua deficiência está associada a maior suscetibilidade a infecções.

O selênio completa a lista: com ação antioxidante, ele ajuda a proteger as células contra danos causados pelos radicais livres e também participa do funcionamento do sistema imune.

Alimentação continua sendo a base

O texto destaca que uma alimentação equilibrada segue como a principal fonte de nutrientes para a maioria das pessoas. Ainda assim, fatores como estresse, desequilíbrio alimentar, sono inadequado e baixa hidratação podem interferir na capacidade de defesa do organismo.

Nesses casos, a suplementação pode ser uma estratégia complementar, especialmente para grupos com maior risco de deficiência nutricional, como idosos, pessoas com dietas restritivas, pacientes bariátricos, indivíduos em tratamento oncológico ou com condições que afetam a absorção de nutrientes.

A recomendação, porém, é não escolher suplementos por conta própria. A especialista alerta que é importante considerar as necessidades individuais, além da qualidade e procedência dos produtos. O excesso de determinados nutrientes também pode trazer riscos à saúde.

Na prática, a melhor saída para atravessar o inverno com mais segurança continua sendo a combinação de alimentação variada, hábitos saudáveis e orientação profissional quando houver necessidade de suplementação.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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